O mau-olhado é uma das formas de energia negativa mais antigas, mais comuns e mais subestimadas que existem. Está documentado em todas as culturas do mundo há milhares de anos — em Portugal, faz parte da tradição popular desde tempos imemoriais. Pode ser enviado por alguém que sente inveja, raiva, ciúme ou negatividade em relação a si — e o que o torna especialmente traiçoeiro é que muitas vezes essa pessoa não tem sequer consciência de que o está a fazer.
Em Portugal, o mau-olhado sempre foi levado a sério. As nossas avós sabiam reconhecê-lo, sabiam benzê-lo, sabiam proteger os filhos e os netos dele. Esta sabedoria popular portuguesa é genuína e eficaz — e é exactamente desta tradição que Mestre Cruz é herdeiro, com mais de 30 anos de prática na remoção e protecção contra o mau-olhado.
O mau-olhado — também chamado olho-gordo ou quebranto — é uma energia densa que se forma quando alguém dirige ao outro um olhar ou pensamento carregado de inveja, cobiça, ciúme ou ressentimento. Esta energia tem força real e pode instalar-se no campo energético da pessoa afectada, causando desequilíbrio físico, emocional e espiritual.
O que torna o mau-olhado particularmente difícil de identificar é a sua subtileza. Ao contrário de um feitiço deliberado, muitas vezes é transmitido de forma involuntária — por um familiar que admira mas por dentro sente inveja, por um colega que elogia mas resente o seu sucesso, por uma pessoa na rua que simplesmente olha de uma forma carregada. O efeito, no entanto, é o mesmo: uma energia negativa que se instala e começa a afectar a vida de quem a recebeu.
Os sintomas do mau-olhado manifestam-se de formas físicas, emocionais e situacionais. Reconhecê-los é o primeiro passo para os resolver: