A feitiçaria é uma das tradições espirituais mais antigas de Portugal e da Europa — presente na nossa cultura desde antes da romanização, documentada nos processos inquisitoriais do século XVI, praticada pelas benzedeiras e feiticeiras de cada aldeia portuguesa ao longo de séculos. Não é superstição nem crendice — é um corpo de conhecimento ancestral que reconhece a existência do plano espiritual e a capacidade de actuar sobre ele para transformar situações concretas da vida. Mestre Cruz é herdeiro desta tradição genuinamente portuguesa, com mais de 30 anos de prática e mais de 3.000 casos resolvidos.
A palavra "feitiço" nasceu em Portugal — do latim facticius, "o que é feito por arte". Foi o povo português que levou este conceito para África e para o mundo. A nossa tradição de feitiçaria é uma das mais ricas e antigas da Europa, com raízes profundas que nenhuma outra cultura pode reclamar. Mestre Cruz trabalha esta tradição à moda antiga — com as ervas, as orações, os encantamentos e os rituais que foram transmitidos de geração em geração em solo português.
Há muita confusão sobre o que é realmente a feitiçaria. Convém esclarecer:
Portugal tem uma das mais ricas e documentadas tradições de feitiçaria da Europa. Já no século XVI, o historiador Francisco Bethencourt documentou extensamente as práticas mágicas em Portugal — feiticeiras, adivinhos, curandeiros e benzedeiras que tratavam de problemas amorosos, de saúde e financeiros com técnicas que foram transmitidas oralmente de geração em geração.
As ervas portuguesas com propriedades mágicas — a arruda, o alecrim, a espada-de-são-jorge, o alho, o manjericão — eram e continuam a ser elementos centrais dos feitiços da nossa tradição. As orações de benzedura, os encantamentos e as simpatias fazem parte do patrimônio espiritual português. Mestre Cruz é herdeiro directo desta tradição — não são técnicas importadas ou modernas, mas saberes com raízes profundas na identidade cultural de Portugal.
A feitiçaria tem aplicações em praticamente todas as áreas da vida: