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Mensagens - Mestre Cruz

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Paranormal (Geral) / O Cordão de Prata e a Experiência de Quase-Morte
« em: Setembro 25, 2018, 03:41:31  »
Quando nascemos trazemos ligado ao nosso corpo o cordão umbilical que nos liga à placenta, que é o nosso suporte de vida dentro do ventre materno e que se corta no nascimento.
Assim como o corpo físico apresenta essa característica, o nosso espírito também traz um cordão ligado a nós, que é o chamado cordão de prata. É o responsável pelo alimento espiritual terrestre. Ou seja, da mesma forma que o cordão umbilical serve para nos alimentar e preparar para uma vida física, o cordão de prata prepara o nosso espírito para a vida espiritual.
Muitas pessoas que passam por uma experiencia quase morte e, também, fora do corpo, contam terem visto esse mesmo cordão ligado a eles. O cordão mantém-se ligado, pois, a pessoa passa por uma experiência e não a morte em si. Só quando a morte acontece é que o cordão é cortado.
Acredita-se que em alguns casos de EQM poderá haver corte desse cordão, quando ele atinge um determinado limite. É o chamado ponto sem retorno.
Em outros casos, quem passa pela experiência, sente a atingir esse limite e automaticamente a ser puxado de volta para o corpo. É como se o cordão fosse um elástico esticado até ao limite e depois fosse libertado, causando a retracção do mesmo e puxando o espírito de volta.
Em algumas da experiências quase morte, as pessoas afirmam que viram o cordão ligado à paste superior do corpo, como a cabeça e peito, assim como também se viram a reentrar no mesmo local onde se fixava a extremidade do cordão.
A existência do cordão de prata é até mencionada na Bíblia:

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Paranormal (Geral) / O Céu Existe Mesmo- Tobb Burpo
« em: Setembro 25, 2018, 03:40:58  »
O Céu existe Mesmo, escrito por Todd Burpo relata a história real de um menino (Colton) de quatro anos que esteve no ceú.


Colton protagonista desta história tinha quatro anos quando foi hospitalizado de urgência. Meses mais tarde, começou a falar das breves horas que esteve entre a vida e a morte, e da sua extraordinária visita ao céu. Foi em 2003 que o pequeno Colton, sentado na sua cadeirinha no banco de trás do carro, começou a falar sobre os anjos que o tinham visitado durante a operação à apendicite aguda... O pai, sacerdote, nem queria acreditar. Estacionou, respirou fundo, e fez algumas perguntas ao filho. E o miúdo respondeu, sem dar muita importância ao assunto. Falou do que viu, dos seus encontros com Deus e com Jesus, das visões que teve durante a cirurgia, da mãe e do pai a rezarem enquanto ele era operado.

Os pais de Colton acabam por descobrir na internet, um vídeo de Akine Kramakri, uma jovem muito novinha que impressionava as pessoas com as suas fabulosas pinturas em que referia que a sua inspiração vinha de cima. E afirma que também foi ao céu e faz uma descrição muito parecida com a de Colton e aí Colton identifica a verdadeira aparencia de Jesus.

Resumindo as revelações que Colton faz da sua ida ao Céu ao pai são: Viu Nossa Senhora,o primo de Jesus (João Batista), avô do pai (Pop, que morrera muitos anos antes de Colton nascer), diz ter visto Jesus e diz também ter-se sentado no seu colo. Colton conheceu a sua irmã mais nova que nunca conheceu por sua mãe ter tido um aborto antes de colton nascer. Viu animais, o Diabo a tentar entrar no Reino do Céu em que Anjos combatiam para o impedir.

Excertos do livro:

- Lembraste do hospital, Colton?- Pergontou Sonja.
-Sim mama, lembro-me-respondeu ele.-Foi onde os anjos cantaram para mim
....
O tempo parou. Sonja e eu olhamos um para o outro, trocando uma mensagem silenciosa: Ele disse mesmo aquilo que eu penso que disse?
(...) -Colton, estavas a dizer que os anjos cantaram para ti enquanto estavas no hospital?
Ele acenou vigorosamente com a cabeça.
(...) -Colton, como eram os anjos?
(...) -Bem, um deles parecia o avô Dennis, mas não era ele, porque o avô tem óculos
(...) Quando eu estava com Jesus, tu estavas a rezar e a mamã estava a falar ao telefone
(...) -Mas tu estavas na sala de operações, Colton-disse-lhe-Como podias saber o que nos estavamos a fazer?
(...) - Porque estava a vê-los- respondeu Colton com naturalidade.
-Sai do meu corpo e estava a olhar para baixo e via o médico a tratar do meu corpo. E vi-te a ti e a mamã. Tu estavas numa salinha, sozinho, a rezar; e a mamã estava noutra sala, a rezar e a falar ao telefone.

(...) -Esse Senhor tinha Jesus no coração?(...) -Ele tinha que ter Jesus no coração, senão não vai para o Céu.

Adorei o livro tem uma história impressionante, devorei o livro em 3 dias  ;D ;D.
O livro foi adaptado para filme, o filme está incrivel, mas aconselho-vos muito a lerem o livro :)

Vou deixar o trailer:

Uma entrevista do verdadeiro Colton:

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Paranormal (Geral) / Visões de quase morte
« em: Setembro 25, 2018, 03:39:59  »
Visões de quase morte

Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.

Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.

O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.

Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.

“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.

“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”

Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.

Descrições detalhadas

Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.

Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”

Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.

Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.







https://www.revistaplaneta.com.br/visoes-de-quase-morte/

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Paranormal (Geral) / EQM - Experiência de Quase Morte
« em: Setembro 25, 2018, 03:39:11  »
EQM - Experiência de Quase Morte

Há algumas décadas, em especial nos últimos quarenta anos, diversos pesquisadores, entre médicos, psicólogos, enfermeiros e outros profissionais, vem coletando relatos de pessoas que, ao enfrentarem a crise da morte nas mais diversas situações, conseguiram retornar à vida com ajuda médica e, para surpresa das testemunhas, relatam ter observado as tentativas de ressuscitamento de um ponto de vista bem diferente de onde estava o seu corpo, e como se comportaram as pessoas ao redor, o que elas disseram e fizeram.



O termo EQM (NDE, em inglês) foi criado pelo médico americano Raymond Moody Jr., em meados dos anos 70, para englobar estes relatos.

Em 1975 ele publica seu livro “Vida depois da Vida” relatando as experiências de uma parcela de pacientes que foram ressuscitados após terem tido morte clínica. No entanto, relatos parecidos eram conhecidos desde há muitos anos. Elizabeth Kübler-Ross (1926-2004) pesquisou relatos deste tipo em pessoas que viveram em campos de concentração na Polônia.

O resultado do interesse despertado pelos estudos de Moddy e Kübler-Ross foi mais diretamente exposto na fundação da International Association for Near-Death Studies (Associação Internacional de Estudos do Quase-Morte), em 1978.

A associação faz um levantamento global de relatos de EQM, tanto de pacientes quanto da equipe médica e multidisciplinar associada aos pacientes ou pessoas que passam pela experiencia, utilizando sempre a "near-death experience scale" ("escala de experiência de quase morte"), um método criado pelo psiquiatra, professor universitário e parapsicólogo Bruce Greyson para determinar as EQMs legítimas.

Estas apresentam um conjunto de características, que se desenrolam em estágios, e que, se não todos os estágios, são encontradas quase sempre nos relatos das pessoas que vivenciaram o fenômeno.

A experiência é geralmente descrita como envolvendo uma sensação de extrema paz, um som semelhante a uma campainha ou um zumbido, uma passagem nas trevas, e a seguir uma passagem para a luz. Contudo, a pouca investigação neste campo, indica que estas sensações se obtêm em situações que afetam o estado do cérebro, como paradas cardíacas e anestesias.

As condições que levam ao estado de Quase-Morte parecem afetar significativamente a natureza da experiência. Ainda, muitas pessoas que não tiveram experiências de quase-morte fazem relatos semelhantes. Estes são geralmente provocados pelo uso de psicóticos (devido a severos desequilíbrios neuroquimicos) ou drogas como haxixe ou LSD.

Os crentes pensam que as EQMs provam a existência de vida após a morte. Céticos pensam que as EQMs podem ser explicadas por neuroquimica e são o resultado de alterações no cérebro.

Estágios da EQM:



a)Todos os relatos de EQM possuem elementos de semelhança (possuem alguns pontos em comum). A imensa maioria que vivenciaram a morte clínica e tiveram a experiências, conseguem ver seu próprio corpo, bem como os médicos, paramédicos ou, em caso de acidentes ou mortes súbitas, os amigos tentando reanima-lo, de um ponto de vista privilegiado, quase sempre acima destes.

Muitos se surpreendem com esta visão. Vários chegam mesmo a estranhar o fato de que tentem reanimar um corpo doente quando se sentem plenamente vivos, com um corpo idêntico, porém mais saudável, que aquele embaixo, neste momento.

b)Relatam ter deixado de sentir dores e, por vezes, sentem uma grande calma e uma sensação de maior conscientização de si e do ambiente, não se sentindo realmente "mortos".

Em grande parte destes relatos, pode haver a sensação de uma presença espiritual amiga apoiando o paciente, mas que nem sempre é visível, embora possam ouvi-la ou entende-la. Parentes ou amigos já falecidos também são normalmente vistos na ocasião, como pessoas normais,  interagindo com o paciente, mas que não são percebidos pelas pessoas que tentam reanima-lo.



c)  Ocorre a visão – e por vezes, também a atração – de um túnel - provavelmente a contrapartida polar do canal de nascimento.

d) Pode ocorrer durante a travessia deste túnel, ou logo depois de passá-lo, um flashback panorâmico e estranhamente rápido, mas integral, de toda a experiência vivida pelo paciente desde o nascimento (por vezes, desde a vida intrauterina) até o momento da morte.



e)Muitos relatam que a experiência do túnel é encerrada com a visão de alguma espécie de barreira simbólica, indicando um ponto de não retorno. Esta barreira pode ser expressa por um portão, uma porta, uma ponte, um muro ou qualquer outra coisa que indica entrada ou limite de um outra realidade.

Nesta ocasião é comum a visão de mais parentes e amigos já falecidos que amorosamente os recebem e que avisam que o cruzamento deste limiar representa a morte definitiva do corpo. Neste ponto, algumas pessoas são aconselhadas a voltar e, em outros relatos, lhes são perguntados se querem continuar no processo e ir além ou retornar ao corpo para cuidar de parentes, de assuntos pendentes ou para ajudar pessoas.



f)Há a visão de “seres de luz” que, geralmente, são interpretados, de acordo com a origem religiosa ou a cultura onde a pessoa foi formada, como sendo Jesus, Buda, um anjo, etc. Estes seres também perguntam se a pessoa quer ficar ou retornar ao corpo e à vida física. Eles podem aconselhar o retorno, explicando algum motivo para voltar.

g)Relutância a retornar ao corpo em boa parte dos casos. Muitas vezes, o retorno é feito com certa contrariedade por parte do sobrevivente.



h)A personalidade da pessoa nunca mais é a mesma ao retornar. Perde-se geralmente o medo de morrer na maior parte dos casos e na grande maioria ocorre uma completa reformulação da percepção e concepção da vida, das prioridades e dos valores, quase sempre tornando-se mais calmos, espiritualizados e centrados (incluindo ateus).

i)Apenas em uma parcela ínfima se tem notícias de uma EQM ruim (geralmente ocorrentes em casos de tentativas de suicídios, ou após a prática de crimes, etc.). Dos 150 relatos confirmados pelo Dr. Moody em seus dois livros clássicos, apenas 3 descrevem experiências negativas. A proporção permanece praticamente a mesma nas pesquisas de outros cientistas.

j)As experiências religiosas, crenças ou cultura não afetam a probabilidade ou profundidade de uma EQM, apenas a forma de interpretá-las após o evento. Existe mesmo uma estatística que mostra que ateus tiveram mais EQMs que pessoas religiosas.



Apesar do impacto existencial e espiritual destas experiências nas pessoas que as vivenciaram e em muitas que as pesquisaram (Moody, Ross, Lommel, Fenwick, etc) a interpretação de que a consciência não se reduz ao cérebro e que, portanto, pode sobreviver à crise da morte não é aceita (ao menos abertamente) pela maioria dos cientistas. As explicações mecanicistas para as EQMS são geralmente as seguintes:

A visão do túnel seria fruto da anóxia cerebral. O “falso” abandono do corpo é encontrado em pessoas que passam por situações de estresse e de interferência sináptica por conta de medicamentos ou por problemas neurológicos e de orientação. A sensação de paz é resultado da liberação de endorfinas.



Mas existem casos onde tais explicações não fazem sentido ou nada explicam. Houve ao menos um caso bem documentado em que todo o sangue do paciente foi drenado, estando o corpo em hipotermia e, ainda assim, a paciente relatou as práticas efetuadas pelo cirurgião vários minutos após o inicio da cirurgia, citando atos e até o que foi dito durante o procedimento.

Pesquisadores explicitamente atrelados ao paradigma mecanicista, como a psicóloga britânica Susan Blackmore e o anestesiologista Lakhmir Chawla, acreditam, por uma questão de preferência e ideologia, na teoria de que as EQMs são alucinações complexas causadas pela falta de oxigênio no cérebro durante a etapa final do processo de morte.

No entanto, muitos outros pesquisadores, como o neurologista Peter Fenwick, o cardiologista Pim van Lommel e os psiquiatras Raymond Moody e Bruce Greyson, discordam destas teorias reducionistas, defendendo as experiências como evidências de que a consciência do ser humano existe independentemente do cérebro, argumentando principalmente que muitas pessoas demonstram percepções extrassensoriais com precisão em seus relatos de EQM e que não há sinais de funções mentais prejudicadas nas situações clínicas em que as EQMs ocorrem.

Como pode uma alucinação provocada por anóxia permitir a percepção de informações posteriormente confirmadas?



O físico Sir Roger Penrose e o anestesiologista Stuart Hameroff, baseados na teoria desenvolvida e denominada por eles como orchestrated objective reduction, defendem que em EQM a "alma quântica", ou seja, a consciência como um campo quântico, deixa o sistema nervoso e re-entra no cosmos.

De acordo com Hameroff, "é possível que a informação quântica que constitui a consciência possa mudar para planos mais profundos e continue a existir puramente na geometria do espaço-tempo, fora do cérebro, distribuída não-localmente", como uma "alma quântica" à parte do corpo.

Um dos primeiros estudos clínicos sobre experiências de quase morte em pacientes em estado de parada cardíaca foi feito pelo cardiologista holandês Pim van Lommel e sua equipe médica, tendo sido publicado em 2001 pela revista científica Lancet .

De acordo com o cardiologista, dos 344 pacientes estudados que foram reanimados com sucesso depois de sofrerem parada cardíaca, 62 (18%) tiveram EQMs e lembraram com detalhes as condições que passaram quando estavam clinicamente mortos. Na conclusão de Lommel, nossa consciência existe independentemente do cérebro; este sendo um veículo físico de expressão da consciência mas não o produtor da mesma.



As teorias que explicam as experiências de quase-morte caem em duas categorias básicas: explicações científicas (incluindo médicas, fisiológicas e psicológicas) e explicações sobrenaturais (incluindo espirituais e religiosas). Essas últimas não podem ser provadas nem negadas. A aceitação das explicações sobrenaturais baseia-se na fé e no contexto espiritual e cultural.



A explicação sobrenatural mais comum é que alguém que passa por uma EQM está, na verdade, experimentando e lembrando de coisas que aconteceram com sua consciência não corpórea.

Quando estão próximas da morte, suas almas deixam o corpo e começam a perceber coisas que normalmente não perceberiam. A alma passa pela fronteira entre o nosso mundo e o pós-vida, geralmente representada por um túnel com uma luz no final.

Enquanto está nessa jornada, a alma encontra-se com outras entidades espirituais e pode até encontrar uma entidade divina, que muitas pessoas percebem como sendo Deus. Eles vêem um relance de outra realidade de existência, geralmente interpretado como Céu, mas são trazidos de volta, ou escolhem voltar, para seu corpo terreno.

Outras teorias são um pouco mais esotéricas. Alguns acreditam que uma EQM representa uma ligação psíquica com seres inteligentes superiores de outra dimensão. Estes seres podem ser humanos, que evoluíram suas almas superando o ciclo nascimento-morte-reencarnação, oferecendo desse modo um relance do futuro da humanidade como seres espirituais superiores.

A ciência não pode realmente explicar por que algumas pessoas têm experiências de quase-morte. Isso não quer dizer que as explicações científicas atuais estejam erradas, mas sim que as EQMs são complexas, subjetivas e têm uma forte carga emocional.

Além disso, muitos aspectos das EQMs não podem ser testados. Não podemos fazer um teste para determinar se alguém realmente visitou o céu e encontrou-se com Deus, ou propositalmente colocar alguém à beira da morte para então ressuscitá-la em laboratório para testar sua percepção extra-corpórea.

Apesar de tudo isso, a ciência médica oferece evidências atraentes de que muitos aspectos das EQMs são de natureza fisiológica e psicológica. Os cientistas têm comprovado que as drogas cetamina e PCP (cloridrato de fenciclidina) podem criar sensações nos usuários que são quase idênticas a muitas EQMs. De fato, alguns usuários pensam que estão realmente morrendo enquanto estão sob o efeito da droga.

Dentre as explicações científicas, vale destacar a pesquisa de Sam Parnia:

O cientista Sam Parnia da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, coordenou a maior pesquisa já feita sobre a consciência no momento exato após a morte, através do estudo de 2 mil casos de infarto em 15 hospitais do Reino Unido, EUA e Áustria. Trinta e nove por cento dos sobreviventes relataram ter experimentado algum estado de consciência, e 9% deles teriam tido uma “experiência de quase morte” (EQM).

Um desses pacientes disse ter visto, do canto da sala de operações, as tentativas dos médicos em reanimá-lo: “Ele esteve consciente por um período de três minutos, durante os quais estava sem pulso. E isso é contraditório, já que, normalmente, o cérebro deixa de funcionar entre 20 e 30 segundos depois que o coração para e não retoma sua atividade até ele voltar a bater”, explicou Parnia.

O estudo de Sam Parnia não pretende comprovar eventos sobrenaturais, mas defender a tese que a consciência talvez não seja tão dependente do sistema nervoso.

“Temos algumas provas de que a consciência poderia se manter mesmo depois de o cérebro parar de funcionar. No entanto, precisamos examinar este fato com estudos mais detalhados, de forma imparcial e sem preconceitos, para dar respostas mais claras e precisas”. Respostas essas que poderão revolucionar a ideia que temos sobre o misterioso ato de morrer. Por enquanto, existem avanços promissores, embora não definitivos.

Experiências de quase morte, em que as pessoas alegam experimentar uma variedade de fenômenos incomuns, incluindo caminhar através de um túnel em direção à luz, se sentir leves, em paz, se encontrar com parentes mortos e em momentos profundamente espirituais, sempre foram classificadas pelos pesquisadores científicos em função da anoxia, ou privação de oxigênio no cérebro.

Em outro estudo sobre o mesmo tema da Universidade Médica de Michigan, mostra como o cérebro envia sinais para o coração momentos antes da morte. É essa enxurrada de atividade mental que é fundamental para a morte cardíaca, dizem os pesquisadores, e muito provavelmente a base das experiências de quase-morte.

Cientistas da Universidade de Michigan, George Mashour e Jimo Borjigin, depois de analisar as atividades cerebrais de ratos nos segundos seguintes a uma parada cardíaca,  surpreenderam-se ao constatar uma alta frequência de atividades neurofisiológicas. Nessa fase, a frequência cerebral excede inclusive aquela observada durante o estado de vigília consciente.

“A redução de oxigênio e/ou glicose durante a parada cardíaca pode estimular a atividade cerebral, que é característica do processamento consciente,” Afirma o Dr. Jimo Borjigin, principal autor do estudo. "Estes resultados atuais combinados com pesquisas anteriores fornecem um quadro científico para as experiências de quase-morte relatadas por muitos sobreviventes de parada cardíaca", conclui.



Pode ser o primeiro passo para um estudo que possa explicar o que ocorre realmente com nosso cérebro após a morte. Mas por enquanto, a ciência continua devendo uma explicação para tantos relatos e experiências absolutamente incríveis e até o momento, totalmente inexplicáveis no âmbito científico.

https://paraalemdocerebro.blogspot.com.br/2014/05/o-fenomeno-da-experiencia-de-quase.html
https://seuhistory.com/noticias/cientistas-realizam-maior-estudo-ja-realizado-sobre-consciencia-apos-morte-conheca-alguns
https://pessoas.hsw.uol.com.br/experiencias-de-quase-morte.htm

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Paranormal (Geral) / O que é a Experiência de Quase-Morte
« em: Setembro 25, 2018, 03:38:33  »
O termo Experiência de Quase-Morte refere-se a um conjunto de sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente, associadas a hipóxia cerebral, sendo que as mais divulgadas são o efeito túnel e a "experiência fora-do-corpo" (EFC ou OOBE, também denominada autoscopia). O termo foi lançado pelo Dr. Raymond Moody no seu livro escrito em 1975, "Vida Depois da Vida".

Apesar destas sensações serem frequentemente associadas a uma experiência mística, são explicadas cientificamente como uma resposta secundária fisiológica do cérebro à hipóxia. Na maioria dos casos a morte clínica do paciente foi atestada pelos médicos, mas em nenhum deles houve a confirmação de morte cerebral.

As pessoas que viveram o fenómeno, geralmente relatam uma série de experiências comuns a elas, tais como:
> um sentimento de paz interior;
> a sensação de flutuar acima do seu corpo físico;
> a percepção da presença de pessoas à sua volta;
> visão de 360º;
> ampliação de vários sentidos;
> a sensação de viajar através de um túnel intensamente iluminado no fundo (efeito túnel).

Nesse espaço atemporal, a pessoa que vive a EQM, percebe a presença do que a maioria descreve como um "ser de luz", embora esta descrição possa variar conforme os arquétipos culturais, filosofia ou religião pessoal.

O portal entre estas duas dimensões é também descrito como "A fronteira entre a vida e a morte". Por vezes, alguns pacientes que tiveram esta experiência relatam que tiveram que decidir se queriam ou não regressar à vida física. Muitas vezes falam de um campo, uma porta, uma sebe ou um lago como uma espécie de barreira que, se atravessada, implicaria o não regresso ao seu corpo físico.

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Paranormal (Geral) / Portal da Dimensão
« em: Setembro 25, 2018, 03:38:04  »
Hoje vou mostrar como fazer o exercício do Portal da Outra Dimensão

 Nesta matéria abordaremos especificamente o "Mundo Astral".

 Abrir um portal para ter acesso a outras dimensões é uma façanha de Alta Magia. Mas o leitor não precisa ficar frustrado, porque vamos apresentar um exercício simples e muito eficaz que lhe dará acesso ao "Mundo Astral". Nesta experiência usaremos tão somente nossa visão subjetiva (visão etérica).

 Faça sua Experiência


 De frente para o espelho, fixe sua visão
  num ponto imaginário entre seus olhos.
 Material necessário:
 - Um espelho médio
 - Uma vela, fósforos e pires / lanterna fraca
 - Ambiente escuro ou meia luz.

 Em um ambiente escuro acenda um a vela sobre o pires ou prato (faça isso longe de objetos inflamáveis).
 Fique a uma distância de aproximadamente uns 40cm do espelho (em pé ou sentado). Coloque a vela a sua direita (ou no chão), um pouco afastado e de modo que ilumine sutilmente sua face. Fixe sua visão em um ponto imaginário entre seus olhos. Evite piscar, fique com os olhos aberto.

 Resultados:
 Seus olhos ficarão cansados. Neste ponto da experiência, um portal se abrirá atrás de seu reflexo. Importante não desvie sua atenção, fixe no ponto entre seus olhos observe a totalidade do espelho apenas com a sua visão periférica.

 O que você poderá ver, entre outras coisas:
 - Um mundo estranho se formando atrás de você...
 - Seu rosto se transformará em outro...
 - Seu rosto poderá perder a pele mostrando os ossos...
 - Um ser estranho poderá surgir no espelho, um vulto poderá aparecer

 A experiência poderá ser repetida em outros cômodos da casa e em cada cômodo uma visão diferente poderá surgir no espelho.

 Créditos: Assombrado

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Paranormal (Geral) / Transformação
« em: Setembro 25, 2018, 03:37:32  »


Transformação…

(Roberto Pineda 12 Setembro 2011 - 20:08)
Esta noite (31/08/2011) adquiri consciência na frente do computador, levado/induzido provavelmente por condicionamentos.
 
Eu sabia que estava projectado e que as luzes estavam apagadas, porém, eu enxergava nitidamente
 
Olhei para o computador e meio que vi minha imagem reflectida na tela do monitor desligado
 
Deduzi que eu estava criando aquilo, pois minha imagem projectada não poderia ser reflectida.
 
Que sensação estranha, que situação esquisita… Só me faltava aparecer o “Diabo”, pensei com certo deboche
 
No mesmo instante aflorou em mim intensas e terríveis impressões malignas, como se o “Diabo” existisse mesmo
 
Minha imagem reflectida começou a mudar rapidamente, adquirindo uma aparência diabólica
 
Senti, e apalpei com as mãos, que do alto da minha cabeça brotaram dois chifres, a minha cabeça começou a se transformar numa crosta avermelhada, como se fosse constituída de uma espécie de pele grossa de rinoceronte
 
Claro, aquilo “brotou” em mim porque era eu que estava sentindo aquilo tudo
 
Compreendi instantaneamente o que estava acontecendo…
 
Quando estamos projectados, podemos aflorar reminiscências e sensações do passado com certa facilidade, fazendo-as se “materializarem” com a energia astral, mudando nossa aparência e ou criando algo na nossa frente
 
Os motivos de isso acontecer são diversos
 
Por exemplo, no passado as religiões apregoavam o medo de um ser maligno fazendo as pessoas acreditarem que só estariam salvas sob a protecção da Igreja/religiões
 
Outro exemplo, muitas consciências malignas e ignorantes se agrupam no astral, criando regiões umbralinas de péssimas vibrações
 
Tais coisas criaram em nossas almas um conjunto de sensações e impressões terríveis, que permanecem em nosso ser, podendo ser afloradas
 
Claro que Diabo não existe…
 
Claro que actualmente eu entendo que não existe um ser maligno voltado eternamente para o mal…
 
Porém, em nossa alma as sensações e impressões permanecem
 
Por isso, para me livrar daquelas vibrações ruins, saí dali e me desloquei instantaneamente para bem longe
 
Fui parar na Avenida São João, em São Paulo, nas proximidades do Largo do Paiçandú
 
Longe das vibrações ruins, minha aparência voltou ao normal instantaneamente
 
Comecei a observar a gigantesca quantidade de pessoas que andavam por ali
 
Enxergava tudo muito nítido, como se fosse dia
 
Eram pessoas que estavam “fora de seus corpos físicos”, pois naquele horário da madrugada, certamente não haveria tantas pessoas no físico
 
Apesar de parecer uma situação assustadora para muita gente, achei importante postar este relato, pois demonstra que não devemos nos assustar e sentir medo no astral, mas sim, procurar entender o que ocorre

https://projecaoastral.com/experiencias/transformacao/

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Paranormal (Geral) / O que são experiencias Fora-do-Corpo?
« em: Setembro 25, 2018, 03:36:47  »
Projecção Astral é a mesma coisa que Projecção Consciente?

O termo científico usado no IIPC é Projecção da Consciência. Dizer simplesmente projecção astral, além de empobrecer o sentido real da experiência, romantiza muito o assunto que já deixou de ser tratado como brincadeira ou misticismo em todo o mundo. Quanto ao interesse que a projecção consciente desperta, temos notado que, ao longo dos anos, as pessoas estão mais dispostas a buscar uma explicação lógica, científica, livre de conotações místicas para um fenómeno que elas próprias vivenciam, até então sujeito às mais diversas definições.

Então, o que vem a ser uma Projecção da Consciência?
É a saída da consciência do corpo físico. Nesse sentido, entendemos que CONSCIÊNCIA, seja o próprio Ego, a personalidade, a individualidade. Podemos chamá-la alma, espírito, não importa. O que realmente interessa é que essa consciência deixa o corpo físico pelo menos uma vez a cada noite e age na dimensão extrafísica (dimensão não física). O objectivo da Projecciologia é oferecer técnicas para se conseguirem projecções lúcidas, conscientes, ou seja, que o projector saiba que está fora da dimensão física e do estado de onirismo (sonhos), podendo exercer actividades e actuar ali. Além disso o instituto parte do pressuposto de que cada um de nós não é o seu corpo físico, tem sim vários corpos que manipula como princípio inteligente.

Como assim?

Para se manifestar na dimensão física, a consciência necessita de um corpo físico (soma). No entanto, para se manifestar noutras dimensões, e dado que, como princípio inteligente, é mais do que esses corpos, desenvolveu outros corpos de energia, cada vez mais subtil, para cada dimensão, através dos quais o fenómeno da projecção se efectua.

4 CORPOS
•corpo físico(soma)
•corpo das emoções (psicossoma)
•corpo das ideias(mentalsoma)
•corpo energético (holochacra) – forma o cordão de prata

O que é Projecciologia?

É uma neociência, ou seja, uma ciência nova cujo objecto de estudo é a consciência e sua manifestação em três estados; físico, extrafísico e projectado (fora do corpo), dando maior enfoque ao fenómeno da projecção consciente como auto-revelação científica. Todas as implicações que esta saída da consciência tem são analisadas na teoria e na prática. Além do estudo da projecção, a Projecciologia encontra-se dentro de um âmbito maior de pesquisa que é a Conscienciologia (estudo da consciência). Podemos dizer que a primeira é a parte prática da segunda. Em ambas, a Cosmoética (ética do cosmos) é sempre o aspecto mais importante.

O que é que a Projecção da Consciência tem a ver com a Cosmoética?

A Cosmoética é um conjunto de leis que rege o universo. Tudo o que fazemos e pensamos está directamente relacionado com ela. Podemos ter atitudes mais ou menos cosmoéticas. Quando passamos a dominar a projecção consciente, quando estamos lúcidos na dimensão extrafísica (noutra dimensão), temos condições infinitamente maiores de analisar os nossos próprios actos e pensamentos. O estudo da Projecciologia faz uma revolução nos valores humanos porque descondiciona, desperta e liberta a pessoa das suas próprias limitações.

Você já teve a sensação de estar fora do seu corpo?



 

Não há perigo em sair do corpo?

Aparentemente não, pois todos nós temos esta experiência pelo menos uma vez durante cada noite de sono. Existe muita especulação em torno do assunto e há muita gente que faz questão em que isso continue inacessível à maioria. O nosso compromisso é justamente pesquisar para responder ao maior número de dúvidas que surgem nesse campo.

Quais os benefícios em sair do corpo?

Ter contacto com outras dimensões de onde a consciência, ou seja, cada um de nós, realmente provém. Existe um outro aspecto importante abordado e verificado pelo IIPC - a assistência fora do corpo a outras consciências. Dependo do nosso equilíbrio holossomático (todos os corpos e as suas energias) assim como da nossa competência consciencial (a nossa cosmoética e as nossas metas pessoais), podemos ser uma peça fundamental no reequilíbrio energético de outras pessoas e de outras dimensões. Muitos aspectos da nossa sociedade estão desnivelados e muitos são os grupos de pessoas que vivem inconscientemente e sem rumo as suas vidas. A nível planetário e do Cosmos, existem consciências, chamadas amparadores (também vulgarmente conhecidos por guias ou anjos), que, através de trabalhos energéticos, prestam auxílio a cada um de nós. Nós podemos ser uma peça fundamental se, para além de nos distanciarmos de condutas que nos desviem do nosso caminho de vida, ajudarmos de livre vontade essas mesmas consciências na sua tarefa. Muito se pode dizer acerca do assunto e nos cursos e conferências aprofundamos estes conceitos para quem quiser conhecer melhor este tema.

 Outro factor importante é o medo da morte. Verificamos que uma pessoa que passa pela experiência da projecção lúcida perde o medo da morte porque comprova, para si mesma, que a morte não existe, apenas existe a "morte" de algum seus corpos de manifestação. Nesse sentido a experiência é didáctica, desdramatizando medos e inseguranças que impedem a evolução dessa pessoa.

Todas as pessoas podem vivenciar uma experiência fora do corpo?

Segundo milhares de relatos, ao longo da história, além das experiências efectuadas por inúmeros pesquisadores mundiais, todos nós nos projectamos pelo menos, todas as noites, embora na maior parte das vezes de forma inconsciente. O IIPC tem verificado que o factor lucidez é muito importante na auto-comprovação da existência do fenómeno projecção.

Mas como podemos ter a certeza, se não existir lembrança do fenómeno?

A forma maior importante de comprovar é aquela que é baseada na auto-comprovação pois, na verdade, quem vivencia as experiências é a própria pessoa. No IIPC existe uma frase que fazemos questão de relembrar a cada aluno: "Não acredite em nada do que lhe dissermos, tenha a sua própria experiência".

Você já teve a sensação de estar fora do seu corpo?



 

Existe alguma situação em que a projecção surge como verdade inquestionável para a própria pessoa?

Sim. O fenómeno é conhecido por autobilocação. Surge quando qualquer pessoa se deita, à noite (ou pelo menos descansa durante um período em que adormece). Na fase adormecer - sono profundo - processa-se a descoincidência de todos os seus corpos. Nesse momento, a consciência passa a manifestar-se como outro corpo (psicossoma - corpo das emoções). Este corpo é basicamente uma cópia do corpo físico, mas constituído por energia menos densa. Processa-se na altura aquilo que essa pessoa menos espera, ou seja, está fora do seu corpo físico e, no entanto, está a ver esse mesmo corpo na cama ou no sofá e pensa "como é possível eu ter a noção de mim próprio e ao mesmo tempo estar a ver o meu "eu"? A pessoa verifica que o seu raciocínio e lucidez são equivalentes ao estado "acordado" e chega à conclusão que não é o seu corpo físico e que existe algo mais.

O que dirão a uma pessoa que passa por esta experiência e sente medo ou insegurança em controlá-la?

O medo é o factor mais comum nesses casos, e apenas o entendimento dos processos bioenergéticos permitirá controlá-lo, além, é claro, do esclarecimento. Estude bastante e aproveite as suas experiências projectivas para visitar outras dimensões. Com isso perderá o medo da morte e todos os outros medos que costumam assombrar e frustrar as nossas melhores descobertas. Acima de tudo, tenha suas próprias experiências, faça uma auto-análise. Escreva para o IIPC ou dirija-se à unidade mais próxima (ver contactos) para conhecer o nosso programa de cursos que esclarecerão as suas dúvidas.

Nota:
"Através de um processo natural de evolução e crescimento levou a que o IIPC transferisse as suas unidades e respectivos colaboradores na Europa e EUA para a Academia Internacional da Consciência (IAC-International Academy of Consciousness), uma organização afiliada. Todas as actividades do IIPC nestas regiões incluíndo pesquisa, programas educacionais e publicações científicas são geridas pela IAC."

A Academia Internacional da Consciência (IAC-International Academy of Consciousness), é uma organização sem fins lucrativos que se dedica ao estudo científico da essência humana (consciência, alma). O principal objectivo da IAC é veicular informações precisas e "auto-verificáveis", respeitantes à natureza humana, para todos aqueles que as procuram. Clarificar e desmistificar os fenómenos psíquicos e a natureza multidimensional da vida, através de uma abordagem científica, pesquisada por diversos profissionais e técnicos multidisciplinares, em total regime de voluntariado, espalhados por todo o mundo."

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Paranormal (Geral) / Whitney Houston comunica através de medium
« em: Setembro 25, 2018, 03:35:31  »
Médium recebe mensagem inesperada de… Whitney Houston
O programa ‘Hollywood Medium With Tyler Henry’ contou com um momento inesperado. De acordo com a revista People, durante a emissão, o apresentador e médium recebeu uma mensagem ‘especial’ da cantora Whitney Houston para o seu ex-marido, o cantor Bobby Brown.

“Eu tenho uma mulher que está a vir em direção a mim e quer que eu fale sobre o seu coração”, começou por dizer Tyler.

“Isto é muito claro, ela é muito insistente em reconhecer-me, ‘não importa como eu morri, preciso que eles saibam do coração. Preciso que eles conheçam o coração”, acrescentou Tyler.

“Há uma sensação de ter uma suscetibilidade a uma arritmia cardíaca e também uma suscetibilidade a um problema cardíaco”, continuou.

Mas não ficou por aqui. Henry estava concentrado a explicar o que, alegadamente, Houston lhe estava a dizer: “Mas posso dizer que há outros aspetos nesta passagem. As pessoas a falar sobre isso e a discutir esta coisa do coração, mas é outra coisa. É como, 'ou eu morro de outra coisa ou as pessoas pensam que eu morri de outra coisa'. Há apenas uma ênfase em basicamente dizer que as pessoas não sabem tudo o que aconteceu, como a dimensão em que isso realmente me afetou”.

A dada altura Tyler pergunta a Brown se houve “discussões recentes” com alguém com um problema cardíaco, e a sua resposta foi: “Sim, com a minha ex-mulher”.

Recorde-se que Whitney Houston foi encontrada já sem vida em 2012 numa banheira de um hotel, aos 48 anos. Na altura, a causa oficial da morte da artista foi afogamento, mas uma investigação adiantou que os fatores que contribuíram para a sua morte foram doença cardíaca e vício em cocaína.

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Paranormal (Geral) / O Fantasma de Thomas Colley
« em: Setembro 25, 2018, 03:34:51  »


Em abril de 1751, uma velha mendiga chamada Ruth Osborn pediu a um fazendeiro um pouco de soro de leite em Tring, Inglaterra. O fazendeiro disse que não tinha nada para dar e Osborn disse-lhe: "O Rei vai levá-lo e aos seus porcos pelo seu egoísmo." Não muito tempo depois, o agricultor e algumas das suas vacas adoeceram. Depois de falar sobre isso com uma suposta bruxa branca, o fazendeiro chegou a acreditar que Osborn o tinha amaldiçoado.

Como o sistema legal parou de levar as bruxas seriamente há décadas, o fazendeiro e os seus vizinhos tiveram que fazer "justiça" pelas suas próprias mãos. A 18 de Abril, uma multidão apreendeu Osborn e o seu marido, John, numa igreja em que estavam a esconder-se e forçou-os a ir a um lago. Os Osborns tiveram as suas roupas arrancadas, embrulhadas em lençóis e foram mergulhados na água. Ruth morreu no local, enquanto John sobreviveu, mas morreu alguns dias depois.

Embora 21 pessoas tenham sido mais tarde presas pelo seu papel na caça às bruxas, apenas um homem chamado Thomas Colley foi punido. Em Agosto, Colley foi enforcado e o seu corpo foi deixado para apodrecer na forca. Desde a sua morte, Colley tem sido dito assombrar o seu local de execução. Uma testemunha em 1911, o professor da aldeia, descreveu o seu fantasma como um "imenso cão preto" com "olhos como bolas de fogo".

686
Paranormal (Geral) / O Pássaro Fantasma de West Drayton
« em: Setembro 25, 2018, 03:33:52  »


Por volta de 1749, os aldeões de West Drayton, em Inglaterra, frequentemente ouviram gritos, bem como um barulho vindo da igreja local. Ninguém estava certo de onde exactamente os sons se originaram, mas havia muitos avistamentos de um corvo estranho que voava para dentro da igreja.

Um grupo de 4 homens e 2 rapazes que encontraram o pássaro na capela-mor tentaram persegui-lo. Depois de lhe baterem com uma vara algumas vezes, o corvo caiu ao chão com um grito. Mas assim que o seu corpo atingiu o chão, o pássaro desapareceu à frente dos olhos dos seus atacantes.

Ainda assim, depois desse incidente, o corvo podia ser visto a voar sobre os seus pontos habituais. Entre os aldeões, dizia-se que o pássaro era na verdade o fantasma de um assassino que se matara. Naquela época, a um homem como aquele não teria sido permitido um enterro adequado, mas a sua família tinha conseguido arranjar-lhe um lugar no cemitério.

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Paranormal (Geral) / Possessão em video
« em: Setembro 25, 2018, 03:31:36  »

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Paranormal (Geral) / 10 fotos famosas de fantasmas
« em: Setembro 25, 2018, 03:30:55  »
Estas 10 fotos que coloco no forum são imagens bem conhecidas por quem estuda o fenomeno da aparição de fantasmas por se encontrarem entre as fotografias de fantamas mais conhecidas e estudadas da internet.

Observem e comentem ;)

1 - Fotografia tirada pelo pai da menina enquanto ela brincava na sala. (Raios dos fantasmas já não respeitam ninguem)

2 - O homem que aparece a espreitar dava pelo nome de Freddy Jackson e ele era um mecânico da força aerea que teria morrido 2 dias antes desta foto ser tirada. (Pelos vistos ele não sabia que tinha morrido)

3 - Mabel Chinney tirou esta foto em 1959 depois de visitar a campa de sua mãe. Ao tirar uma foto ao seu marido no carro diz que sentada no banco traseiro esta... sua mãe! (Esta arrepiou-me)

4 - Lord Combermere era o governador de Barbados e ele adorava relaxar na sua poltrona (pelos vistos, mesmo depois de sua morte)

5 - Esta mulher saiu de casa para tirar uma foto com seu filho... reparem na porta da entrada! (Parece-vos uma mulher e um bulldog?)

6 - A numero 6 é sem dúvida umas das mais populares fotos de fantasmas. Esta foto foi tirada em 1936 e na foto parece ver-se a imagem de 
Dorothy Townshend que vivia nesta mesma casa no inicio do século dezoito. Ela morreu nesta casa depois do seu marido a ter fechado sem acesso ao exterior como castigo pela sua infidelidade. (Dá para ver que ela não ficou nada contente com o castigo)

7 - Em 1954 um padre de nome Ford tirou uma fotografia na sua igreja e descobriu na foto o que parece ser a imagem de um monge... (A ele parece-lhe um monge... Eu morreria de medo de ver um monge assim!)

8 - Fotografia tirada a duas amigas nas Filipinas... (Medonhoooo, parece encosto)

9 - Foto tirada pela própria senhora enquanto descansava no seu jardim, ela não esperava ver seu falecido marido perto dela de novo. (Assustador mas fofinho)

10 - Esta imagem foi tirada por camaras de segurança no ano de 2003 em Hampton Court Palace, Londres. Os alarmes dispararam mas tudo estava fechado e ninguem se encontrava dentro de edificio, contudo algo que parece uma pessoa é visto numa das portas. (A este prometo visitar)

Qual acham a mais assustadora?

689
Paranormal (Geral) / Teresa Fidalgo
« em: Setembro 25, 2018, 03:30:01  »


A história de Teresa Fidalgo (em espanhol)

690
Paranormal (Geral) / EVP - o que é
« em: Setembro 25, 2018, 03:29:03  »

O que é a EVP

Fenómeno da voz eletrônica (FVE), termo geralmente conhecido pelas suas iniciais em inglês - EVP (electronic voice phenomena) - são sons semelhantes à fala capturados electronicamente, mas não de forma intencional.

Interesse em EVPs envolve principalmente alegações de que eles são comunicações paranormais provocadas por espíritos desencarnados. Essa interpretação foi a defendia pelo psicólogo e parapsicólogo Konstantīns Raudive, o popularizador do electronic voice phenomena.

Os que não concordam com as interpretações paranormais para esses fenômenos, defendem seu ponto vista geralmente com alegações sobre pareidolia.

Organizações relacionadas a pesquisa de EVP[editar | editar código-fonte]
Atualmente há várias organizações que se dedicam a investigação de EVP e a pesquisa no campo da TCI (transcomunicação instrumental) em geral, ou que expressam de outra forma o interesse no assunto. Indivíduos dentro dessas organizações podem participar nas investigações, autoria de livros/e ou artigos de revistas, conferências, etc. Erro de citação: </ref> de fecho em falta, para o elemento <ref> , e a International Ghost Hunters Society (IGHS) têm conduzido muita pesquisa de EVP e TCI , inclusive disponibilizado coletas de EVP na internet.

Modernos espiritualistas, bem como muitas outras pessoas que acreditam na vida após a morte, possuem um interesse contínuo em EVP. De acordo com a National Spiritualist Association of Churches, "um importante desenvolvimento atual da mediunidade é a comunicação dos espíritos através de dispositivo eletrônico[...]".

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B3meno_da_voz_eletr%C3%B3nica

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