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Mensagens - Mestre Cruz

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Ocultismo (Geral) / Ritual para ter dinheiro e sucesso nos negócios
« em: Outubro 01, 2018, 04:12:46  »
Poderá realizar este ritual sempre que desejar, sendo mais aconselhável fazê-lo quando a Lua se encontra na fase de Lua Cheia, favorável ao sucesso e à riqueza.

Vai precisar de:

- um prato largo, branco
- azeite, símbolo da luz Divina
- um cristal Pirita, que atrai o dinheiro (se não tiver, use uma moeda de dois euros)
- três folhas de louro, símbolo da vitória
- três paus de canela, que atrai o dinheiro
 

Preparação:

- Coloque o cristal (ou a moeda) no centro do prato.
- Molhe o seu dedo indicador direito no azeite e desenhe, com ele, três circulos à volta do cristal, no prato.
- Coloque as 3 folhas de louro à volta do cristal, sobre o azeite.
- Coloque, entre as folhas de louro, os 3 paus de canela.

- Diga três vezes, em voz alta:

Lua Cheia, Lua Cheia, Lua forte
traz-me o dinheiro e a sorte.
Como a luz do azeite brilha no prato
assim o dinheiro brilha no bolso do meu casaco.
A canela e o louro dão-me segurança e certeza,
e a tua força, Lua, põe-me sempre comida na mesa!

Deixe o prato ficar como está durante a primeira noite de Lua Cheia. Na manhã seguinte, logo cedo (até às 9 horas da manhã), retire o cristal, embrulhe-o num pano (de preferência amarelo ou vermelho), que deverá trazer sempre consigo na mala, ou esconder dentro da caixa registadora (ou de um ponto central no seu negócio, a fonte de onde o dinheiro vem). Mantendo o prato como está, leve-o até um jardim e enterre-o, com todos os elementos, junto de uma árvore frondosa. A energia de crescimento da árvore continuará a atrair para si a estabilidade e a fortuna.


https://www.mariahelena.pt/pages/ritual-para-ter-dinheiro-e-sucesso-nos-negocios#sthash.ld6ZBGsn.dpuf

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Ocultismo (Geral) / Encantamentos o que são?
« em: Outubro 01, 2018, 04:12:03  »
Encantamentos são mini-rituais que se utilizam de palavras para transferir poder para um objeto, atrair alguma situação ou proteger-se de outra. Quando se diz que um objeto está encantado, isso significa que ele recebeu ordens do mago ou da bruxa para cumprir determinada função mágica. Em geral, são funções benéficas. Se forem funções maléficas (negativas), chamam-se de maldições.

Maldições são palavras de ordem que têm por objetivo a destruição de algo alguém. Também são chamadas de "pragas". Quem lida com magias e encantamentos deve saber que as palavras podem ter muito poder e que os efeitos das maldições podem retornar para quem as lança.

Por Mestre Cruz

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Ocultismo (Geral) / Os 9 Círculos Dantescos
« em: Outubro 01, 2018, 04:11:02  »


O Primeiro Círculo Infernal ou da Lua:
É também chamado de Limbus, a ante sala do inferno, região dos mortos, é representada por todas as cavernas do mundo que, entrelaçadas formam esta região, está localizada sob a epiderme do planeta, numa vibração molecular inferior à física, portanto não pode ser vista com os olhos, obviamente os seres que habitam tal região não enxergam o elemento que a constitui: a terra.

O número de leis é o dobro do mundo físico: 96 leis.

Aqui vivem os desencarnados que acreditam estar vivos, a consciência aqui ainda não é desperta, e a involução ainda não se iniciou.

 

O Segundo Círculo Infernal ou de Mercúrio:

Inicio da involução que ocorre após o término da centésima oitava existência.

Aqui encontramos ao demônio Minos que com sua cauda dá ao involucionante o circulo correspondente o qual passará a maior parte de seus dias.

Nesta região encontra-se muitos anjos e boddhisattwas caídos, é a região dos fornicários.

Aqui se purga os eus da fornicação.

O número de leis é de 192 (o dobro do círculo anterior).

O Terceiro Círculo Infernal ou de Vênus:

O número de leis neste círculo é de 288.

O mundo das orgias e dos bacanais.

Aqueles que viveram sempre de orgia em orgia, de cantina em cantina, banquetes, bebedeiras, sabem muito bem o que se sente após uma noite de farra.

Muitos querendo afogar no vinho o estado desastroso em que ficam depois de uma bebedeira, continuam pelo caminho do vício até chegar à catástrofe total de seu organismo.

É a região dos glutões, dos gulosos, dos prazeres carnais.

Mundo dos adúlteros.

O Quarto Círulo Infernal ou do Sol:

Nesta região encontra-se involucionando os avaros e os esbanjadores.

Desobedientes da Lei do eterno trogo-auto-egocrático-cósmico-comum.

O número de leis que regem esta infradimensão é de 384.

Mundo dos cobiçosos e exploradores de corpos e almas.

O Quinto Círculo Infernal ou de Marte:

Círculo das pessoas irônicas, furiosas, soberbas, altaneiros e orgulhosos.

Mundo da ira e da violência.

Os eus, partes da criatura vivente tenta fugir de suas próprias criações, possuem olhos não na frente, mas nos lados assim como os pássaros.

480 leis, o que torna a vida nesta região bastante material.

O Sexto Círculo Infernal ou de Júpiter:

Círculo que possui 576 leis, o tempo é bastante lento nesta região.

É o mundo dos ateus materialistas, os que odeiam a divindade, os ditadores, os maus lideres, os péssimos pais de família, que possuindo bens negam apoio à seus filhos.

Pessoas que intentam ensinar religião com paus e açoites, como se isso o pudesse aprender com castigos.

Sétimo Círculo Infernal ou de Saturno:

Corresponde a paixão animal violenta.

Violência contra a natura: abortos, masturbação, homossexualismo, lesbianismo, etc.

“Existe violência contra a natura quando violentamos os órgãos sexuais.

Existe tal delito quando o homem obriga sua mulher a efetuar a cópula, não estando ela com disposição de faze-lo.

Existe tal delito quando a mulher obriga o homem a efetuar a cópula, não se achando este com disposição de faze-lo.

Existe tal delito quando o homem se auto-obriga, violentando-se a si mesmo, para efetuar o coito, não se encontrando o organismo em condições aptas para isso.

Existe tal delito quando a mulher se auto-obriga para efetuar a cópula, não se achando seu organismo em condições realmente favoráveis.

Existe tal delito naqueles que cometem o crime de violação sexual, posse de outra pessoa contra a vontade da mesma.

Como entre as cadencias do verso também se esconde o delito, não é pois, de se estranhar que se cometam violências contra a natura quando se obriga o falo a entrar em ereção, não se achando este ultimo em condições realmente favoráveis para o coito.

Existe violência contra a natura quando, com o pretexto de praticar magia sexual, ou ainda com as melhores intenções de se auto-realizar, auto-obriga-se o varão a realizar a cópula alquímica, ou obrigue sua mulher com este propósito, não se achando os órgãos criadores no momento amoroso preciso e em condições harmoniosas favoráveis, indispensáveis para a cópula.

Existe violência contra a natura naquelas damas que, necessitando de auto-realização íntima, violentam sua própria natureza, auto-obrigando-se desapiedadamente para realizar a cópula, não se achando certamente nas condições requeridas para a mesma.

Existe violência contra a natura nos masturbadores, ou naqueles que realizam a cópula química, estando a mulher em menstruação.

Existe violência contra a natura quando os cônjuges realizam a união sexual, achando a mulher em estado de gravidez.

Existe violência contra a natura quando se pratica o Vajroli Mudra de tipo forte várias vezes ao dia ou à noite, não se achando os órgãos sexuais em condições realmente favoráveis e harmoniosas.

Existe violência contra a natura quando se pratica magia sexual duas vezes seguidas, violando as leis de pausa magnética criadora”.

Ainda se comete crime contra a natura através de enxertos ou obrigando animais a copular, nas inseminações artificiais, etc.

Existe ainda neste círculo a violência contra Deus, os que não querem nada com o divino.

São 672 leis. Agora se entende a necessidade de respeitar as recomendações dadas na aula 04 (O TANTRISMO) a respeito da magia sexual.

Oitavo Círculo Infernal ou de Urano:

O ego começa a ser destruído neste círculo, sendo tragado pela serpente, o aspecto negativo da própria Mãe Divina (serpente tentadora do Éden).

Círculo dos falsos alquimistas (os tântricos negros), os falsificadores de metais, aqueles que cristalizaram negativamente, os falsificadores de moedas, os mentirosos, os que deturpam a verdade, os aproveitadores de pessoas, os incestuosos, os semeadores de discórdia, os maus conselheiros, os que prometem e não cumprem, a falsidade, os escandalosos.

O número de leis: 768.

A pessoa que permite que algum dos egos citados acima tome conta de sua vida, percebe que a mesma se torna extremamente complicada e dolorosa, pois se conecta com esta infradimensão da natureza.

Nono Círculo Infernal ou de Netuno:

Materialidade absoluta com 864 leis, é o final do desdobramento do Raio da Criação. Aqui ocorre a desintegração total do ego, o ego se mineraliza.

É o círculo do sexo.

Lar dos traidores.

Quando uma pessoa comete o crime de alta traição, matando pessoas, ela é imediatamente julgada e lançada ao abismo, ficando em seu corpo algum demônio escolhido pela Lei.

Nesta região a pessoa se decompõem em pedaços, até se reduzir ao pó.

No final, determinados Devas avaliam a pessoa e se ela estiver completamente limpa, a mesma é retirada do abismo e inicia uma nova jornada de Evolução nos reinos mineral, vegetal e animal, até reconquistar um dia, o estado de humanóide intelectual e recomeçar o ciclo de 108 existências.

https://ocultismo-e-vampirismo.blogspot.pt/2010/01/os-9-circulos-dantescos.html

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Ocultismo (Geral) / Karma: Punição ou Reequilíbrio
« em: Outubro 01, 2018, 04:10:00  »
Karma: punição ou reequilíbrio?

Nós sabemos o que seja carma (ou karma)? Por que, parece, que carma virou explicação para todo problema, toda situação triste ou infeliz na vida das pessoas. Mas quem é esse tal de carma? De onde ele vem?

Inicialmente, é importante entender, que não devemos nos prender demais ao conceito de carma (karma, em sanscrito).

Quando se usa o termo carma, há uma conotação de fatalidade, enquanto que a Doutrina enfatiza a possibilidade de minimizar ou até eliminar as ocorrências de sofrimento, mediante uma ação positiva no bem.

Carma, meus irmãos, ao invés de ser um castigo como muitos pensam, é sinônimo de reequilíbrio.

E a vida material é a maravilhosa e insubstituível escola que possibilita que aprendamos e tomemos consciência das nossas atitudes erradas nesta e em vidas pretéritas.

Mas como é que o carma aparece? Do nada? Em um passe de mágica? Não! O Princípio do Livre Arbítrio dá ao homem o direito de escolher seus caminhos, de ser o autor de sua história, o construtor do seu destino.

Entretanto, o Princípio de Causa e Efeito, Plantação e Colheita, torna o homem refém de seus atos, das suas escolhas.

Nós construímos nosso carma, no exercício do nosso livre arbítrio, na escolha de nossas opções. E optar, não é o que sempre estamos fazendo? Ajudo ou prejudico? Cuido da minha saúde ou me vicio em drogas? Sou amigo ou inimigo? Prego a paz ou fico criando intrigas? Elogio ou critico? Trabalho ou fico ocioso? Construo ou quebro? São as nossas escolhas! Nossas decisões!

Nós, meus queridos irmãos, somos os únicos responsáveis pela escolha do nosso caminho. O problema, é que, após a escolha, temos que trilhar pelo caminho escolhido!

Útil, não é necessariamente aquele que quando está na erraticidade, solicita reencarnar como um deficiente, para purgar atitudes equivocadas.

Muito mais importante é aquele que procura, quando está encarnado, adquirir condições para, na próxima vez, reencarnar perfeito, para auxiliar, construtivamente, os seus irmãos.

A expiação, muitas vezes, por conta de uma visão distorcida, soa como castigo divino. Mas, nós, espíritas, sabemos e devemos demonstrar pelo exemplo, que as deformidades físicas não estão punindo, mas eliminando as deformidades perispirituais, que causamos anteriormente.

Podemos atenuar, ou mesmo eliminar, as situações cármicas? Sim, por atos de amor.

Cabe a nós demonstrarmos “que o amor cobre uma multidão de pecados”. As pessoas quando enfrentam uma situação difícil, seja ela física, financeira ou psicológica e que não sabem, não conseguem, nem desejam modificá-la, enfrentando-a, costumam dizer:

– Não posso mudar. É meu carma. Eu sou assim! É a anestesia da consciência! É o famoso complexo de Gabriela! Sabem aquela música? Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim… E com isso, tenta esquecer que a sua obrigação é mudar! É progredir!

Dentro desta verdade divina, não existe o perdão de Deus, pois recebemos segundo o que obrarmos, ou seja, segundo o que fizermos. Deus não nos criou para nos punir! Deus é amor… e o

Carma não é punição Divina: é conseqüência retificadora.

Considerando que a Lei de Causa e Efeito, é uma Lei Divina, e que as Leis Divinas foram escritas por Deus, conclui-se que: “Na natureza não há prêmios ou castigos. Há conseqüências”!

A falsa noção de carma inflexível, nos conduz a dois grandes erros. Um é que o Espiritismo, prega ou endossa a necessidade da dor; isto não é verdade.

A dor só seria uma necessidade, se o Espiritismo pregasse que todos deveríamos ser um grupo de masoquistas!

O que a Doutrina dos Espíritos demonstra com clareza, é a utilidade da dor, quando persistimos no egoísmo, no orgulho, na vaidade e demais defeitos lesivos à comunhão de solidariedade com os semelhantes.

A dor não é uma criação divina. A dor é criação de quem sofre!

O outro erro é a crença de que a Doutrina Espírita, aconselha o conformismo diante da “má sorte”; isto também não é correto; o que ela ensina é a resignação, atitude bastante diferente, adequada para nos fazer aceitar sem desespero aquilo que não podemos mudar.

Compreendamos, o carma como espécie de conta corrente das ações que praticamos no Banco deste mundo, onde há séculos caminhamos endividados, cadastrados no SPC da vida, pela constante emissão de cheques sem os necessários fundos de bondade, caridade, amor, etc…

Resgatemos nosso débito, limpemos o nosso nome no SPC, emitindo cheques com a devida provisão de fundos e isso é possível, através da prestação de serviços de caridade ao próximo, e estejamos convencidos de que, dessa forma, tanto economizaremos lágrimas, como conquistaremos um bom saldo de felicidade!

“Aquele que muito amou foi perdoado, não aquele que muito sofreu.” O amor é que cobriu, isto é, resgatou a multidão de pecados, não a punição ou o castigo.

Transformar ações, amando, é alterar nosso carma para melhor, atraindo pessoas e situações harmoniosas para junto da gente. É, em última instância, a nossa indispensável e indelegável reforma íntima!

Nós decidimos, nós plantamos e nós colhemos!

Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações. Se queremos mais amor no mundo, criemos mais amor no nosso coração.

Se queremos mais tolerância das pessoas, sejamos mais tolerantes.

Se queremos mais alegria no mundo, sejamos mais alegres.

Nossa vida não é uma sucessão de coincidências, de acasos, nossa vida é a simples conseqüência de nós mesmos!!!

https://www.luzespirita.net/carmapunicao-ou-reequilibrio/

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Ocultismo (Geral) / Significado de Ocultismo
« em: Outubro 01, 2018, 04:09:02  »
Ocultismo consiste no estudo e prática de ciências que se rodeiam de mistério. É a ciência das coisas ocultas ou estudo das coisas e fenômenos para os quais as leis naturais ainda não deram explicação.

Algumas das ciências ocultas, como a alquimia (arte de transmutação dos metais) e a astrologia (predição dos acontecimentos através do estudo dos astros), tiveram algumas contribuições na criação de algumas ciências exatas. Algumas outras, como a adivinhação, magia e cabala, não funcionam de acordo com as regras da ciência positiva. A levitação e a telepatia são algumas outras ciências que estão ligadas ao ocultismo.

O ocultismo também pode estar relacionado com um conjunto de sistemas filosóficos e artes misteriosas baseadas em sistemas secretos. Muitas pessoas fazem a ligação do ocultismo com o satanismo e magia negra, e em sociedades secretas como os Illuminati.

O termo oculto significa algo que é secreto ou misterioso. Por esse motivo o ocultismo desperta um grande interesse em muitas pessoas, porque elas querem saber coisas misteriosas. Algumas querem saber o seu futuro, recorrendo a uma cartomante, praticante de outra forma de ocultismo, a cartomancia. Esse interesse por coisas ocultas explica o porquê de existirem inúmeros livros que abordam o tema do ocultismo.

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Ocultismo (Geral) / Magia da PEMBA
« em: Outubro 01, 2018, 04:08:32  »
A Magia da Pemba

Pode-se afirmar que a Pemba é um instrumento Sagrado da Umbanda, Pois nada se pode fazer com segurança sem os Pontos Riscados por ela. A Pemba é confeccionada em Calcário e modelada em formato ovóide alongado e serve para ao riscar um ponto, estabelecer Ritualisticamente o Contato Vibratório com as Energias Astrais. A Pemba serve também a outras determinações ordenadas pelos Guias, muito utilizada na mistura com outros elementos a fim de promover limpeza áurica no ambiente e nos médiuns durante a abertura dos trabalhos mediúnicos. A Pemba pode ser encontrada nas mais variadas cores, as quais são utilizadas pelas entidades ou pelo sacerdote de acordo com o que se deseja obter. Na antiguidade, os velhos magos, experimentados e tarimbados na magia etéreo-física, preparavam a pemba, numa mistura homogênea de certos elementos minerais e vegetais da Natureza, que depois eram imantadas e consagradas, tornando-se poderosos instrumentos na magia. Hoje, raros são aqueles que conhecem a verdadeira confecção de uma verdadeira Pemba. As que se encontram a venda nas casas do ramo são somente feitas de calcáreo, desprovidas de todos os materiais necessários à sua efetivação magística. Quando um Guia Espiritual, verdadeiramente incorporado pega uma Pemba na mão, esta, imediatamente torna-se imantada e pronta para o uso Magístico; quando acaba de utilizá-la, volta a ser simplesmente um Pemba comum.
Conceitos de Pontos Riscados Para o Umbandista, o ponto riscado é um instrumento precioso para os trabalhos magísticos efetuados pelas entidades espirituais; afinal de contas ele possui um grande significado e valor magístico. Muitos pontos riscados pelas entidades espirituais, são selos, o cartão de visitas, a identificação, o brasão e a bandeira da entidade. É uma espécie de campo de forças onde o instrumento utilizado pelas entidades em seu efetivo campo de trabalho é a Pemba. E esta maneja as forças de sorte a lhe conferir afinidade com a entidade, identificando a quem ela se subordina, bem como os seus domínios ao ser usado para riscar o ponto. Muitos pontos riscados são ordens efetuadas aos elementais da Natureza, bem como às forças cósmicas, formando todo um plano de ação e reação.
Os pontos riscados são verdadeiros códigos registrados e sediados no mundo espiritual. Eles identificam poderes, tipos de atividades e os vínculos iniciáticos das falanges. Quando são traçados sem conhecimento de causa, não projetam sua grafia luminosa e não passam de rabiscos inócuos. Como podemos ver, os pontos riscados são magias, portanto para se utilizar deles é necessário ter os devidos conhecimentos. Riscar um ponto de trás para frente é inverter ou perverter a força da magia. Portanto não basta ver um ponto num livro ou numa apostila para riscá- lo sem o devido conhecimento. O mau uso do ponto riscado pode levar a conseqüências imprevisíveis, comparáveis as de um leigo em assuntos de eletricidade, entrando numa casa de força e pondo-se a manejar as chaves ou embaralhar os fios, com o que acabará por provocar curtos circuitos, incêndios e eletrocussões em si e nos outros. O ponto riscado pode ser usado, dependendo do trabalho ou cerimônia a ser realizada, utilizando Pemba, Fundanga (pólvora), Ervas, Pedras e outros elementos naturais, com o ponteiro na areia, e até mesmo mentalmente, o que requer muita prática. Mas lembre-se: só se utiliza pólvora e Bebida alcoólica aliada a pontos riscados, com autorização superior.
Quanto ao uso da Pemba, estude o sentido e o valor das cores. Só utilize a Pemba Preta aquele que for autorizado para tal. Na Umbanda o mais usual é o trabalho com Pemba Branca, Azul, Verde, Rosa, Laranja, Roxa, Lilás, Amarela, Vermelha, etc. Lembrem mais uma vez, que todo ponto riscado é magia, com toda simbologia de sua grafia e ondas vibratórias. Por exemplo, a suástica como símbolo sagrado, cuja utilização data de tempos imemoriais, símbolo este utilizado até mesmo pelos Papas da religião Católica, teve suas ondas invertidas pelos pseudo-arianos e como símbolo, acobertou e direcionou a Segunda Guerra Mundial. É interessante também observar que, quando um filho de Umbanda se apresenta perturbado dentro de um templo, muitas vezes notamos um Guia Espiritual (ou mesmo um sacerdote gabaritado) cruzar seu corpo com Pemba. Isso representa a Escrita Divina, através da magia para chamar à razão a entidade obsessora, afim de que ela possa conhecer por meio deste traçado cabalístico, o seu erro e abandonar esse filho que até então obsedava, como também riscar um ponto de proteção ao filho. Assim pode-se afirmar sem sombra de dúvidas que sem os pontos riscados nada se poderia fazer com segurança na Umbanda. O que devemos ter cuidado é quando achamos que somente basta riscar setas, ondas, sol, lua, círculos, quadrados, espirais, estrelas (de todas as pontas), raios, etc, que estaremos riscando a Lei de Pemba em sua totalidade.
Ledo engano. Ali esta impresso um grafia geométrica sagrada, funcional para certos aspectos, mas somente uma grafia geométrica (tão bem explanada pela radiônica e pela Cabala Hebraica), mas nunca a Lei de Pemba em sua amplitude. Não basta olharmos um ponto riscado e simplesmente dizermos: Esse Ponto é da vibração de Yansã, Ogum e tem Yemanjá também. Ou mesmo dizer: O Caboclo que riscou o ponto é de Oxossi; tem Xangô e Omulú. Pergunto: Pra que? Por que? O que quer dizer? Que ordem esta emanando? Que forças estão sendo ordenadas e comandadas? Complicado né.
Portanto, não não é seguro riscar Pemba a torto e a direita, achando estar investido de forças celestes, para realizar atos magisticos que você mesmo não é conhecedor.
√ POR TEMPLO DE UMBANDA CAMINHO DA FÉ

502
Ocultismo (Geral) / Segredo para Emagrecer - Mestre Cruz
« em: Outubro 01, 2018, 04:07:30  »
Já li vários tópicos aqui de pessoas que pagam fortunas em produtos para emagrecer e vocês sabem melhor do que eu essas histórias vou dizer como se emagrece rápido e simples, se alguém fizer não se esqueça de postar aqui o resultado  ;D

Tão simples como isto:

Pegam num copo de água á noite e põe lá dentro 1 dente de alho deixam ficar esse copo cá fora ao ar da noite (lua).
De manhã cedo em jejum retiram o alho e bebem esse copo.
Há noite voltam a fazer o mesmo ritual com um dente de alho sempre novo  ;D
Fazem sempre isto até chegar ao peso desejado.

Num mês vão ver grandes resultados ;D

Autor  Mestre Cruz

503


Um responso é uma oração destinada a encontrar objetos perdidos ou roubados.
Deve ser rezado durante 9 dias,mesmo que o objeto apareça deve terminar o ciclo de 9 dias de oração.
Reze a oração em voz audível. 

Responso
Santa Helena, rainha do Sena,
moura éreis, para a cristandade voltastes.
Com as onze mil virgens vos encontrastes;
com elas, pão e peixe ceastes.
Com a cruz do Senhor sonhastes;
três pregos que tinha, lhe arrancastes:
o primeiro destes ao vosso filho Constantino
para que ganhasse as batalhas da fé;
o segundo botaste-o ao mar para que ficasse sagrado
e o terceiro cravaste-lo no vosso coração.
Por isto vos peço que me digais...
(incluir pedido - objecto perdido).
Se isto me fizerdes, três sinais me haveis de dar:
hei-de sonhar com casas caiadas,
barrelas lavadas,
campos verdes ou águas correntes.
À honra de Deus e da Virgem Maria,
um Pai Nosso e uma Avé Maria.
Amém
( Rezar 1 Pai nosso e 1 Avé Maria)

504
Ocultismo (Geral) / Limpar a casa defumação
« em: Outubro 01, 2018, 04:06:14  »
Materiais necessários:
Fumo de corda
Açúcar
Carvão
Erva doce
Modo de fazer:
Se sua casa estiver pesada, faça uma defumação com fumo de corda e açúcar. Depois que sair toda a fumaça, faça outro carvão, coloque erva-doce e reze a oração abaixo, três vezes as seis horas da manhã, ao meio dia e as dezoito horas):
"Defumo a minha casa, em louvor de Deus e do Santíssimo sacramento, que saia todo o mal desta porta, se forem assim como as três pessoas são da Santíssima Trindade, que vá este mal para cima de quem me botou, em louvor de Deus e do Santíssimo Sacramento, entre toda a fortuna porta esta porta a dentro".

por Mestre Cruz

505
Ocultismo (Geral) / Cânfora
« em: Outubro 01, 2018, 04:05:11  »


Cânfora
O ser humano não é solitário ou único nesse imenso universo.
A evolução vegetal é cocriadora e está quintessênciada aos elementos naturais e aos processos de transformação também. Existe, de fato, a evolução mineral, vegetal, animal, hominal...
Estamos todos juntos, cada um em seu grau evolutivo, e por que não podemos nos ajudar?
O homem integrado à natureza, de forma responsável e consciente é nosso próximo passo.  (Texto do Acervo Espírita Virtual)

O canforeiro (Cinnamomum camphora (L.) J. Presl; sin: Laurus camphora L.) é uma árvore pertencente à família Lauraceae e ao género Cinnamomum, o mesmo da árvore que produz a canela.
 Esta árvore é nativa de algumas regiões do Extremo Oriente, particularmente do Taiwan, do Japão e da China meridional.

Esta árvore é a origem da cetona conhecida como cânfora (C10H16O), uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva.
A extracção é feita pela oxidação do pineno (parte principal da essencia de terebentina).

É uma combinação acíclica.
Apresenta-se em grandes massas brancas, grano-cristalinas, translúcidas de cheiro particular penetrante e de um sabor um tanto amargo.
É pouco solúvel na água, dissolvendo-se facilmente no álcool, éter e demais solventes orgânicos.
 Volatiliza-se desde a temperatura comum.
 É usada na fabricação de celulóide e de pólvora sem fumaça.
Conhecida desde a antiguidade, a cânfora é utilizada como incenso e no preparo de medicamentos.

Diz-se que seu cheiro é inibidor de aranhas e traças.
Para tanto, é recomendável a diluição em álcool para o seu borrifamento nas paredes e armários.
Princípios ativos: Terpenos (alfa-pineno, nopineno, canfeno, dipenteno, cariofileno, cadineno, bisaboleno, canfazuleno, etc.), álcoois (borneol, linalol, alfa-terpinol, etc.), cetonas (cânfora, piperitona), óxidos (cineol, etc.)
*
Outros nomes populares da planta
Erva-cavaleira, rabugem-de-cachorro, alcanforeiro
*.
Nome em outros idiomas
Espanhol: alcanforero
Francês: camphre
Inglês: camphor tree
Italiano: cânfora

Depois de ocupar a ilha de Formosa (Taiwan), o Japão organizou o próprio monopólio da produção e comercio da Cânfora natural e sua essência, que perdurou ate a perda do seu domínio em 1944.
Para combater este monopólio, foram feitas plantações de canforeiro em outros países (Java, Estados Malaios, Austrália, Florida, Brasil, Argélia, etc.), porem a organização japonesa inutilizou estas tentativas;

Após a II Grande Guerra, com o desenvolvimento da indústria da síntese química da Cânfora, em particular nos EU A, finalmente caiu o monopólio japonês; Vinagre dos quatro ladrões de Marselha: por volta de 1300, enquanto se alastrava uma epidemia de peste negra, quatro bandidos marselheses executavam assaltos nos locais infestados pela peste, saqueando casas e o comercio.

Era mistério o fato de passarem incólumes pelos locais infestados, o segredo era uma mistura com a qual enxaguavam a boca e limpavam as mãos.

 A sua receita chegou ate os dias de hoje
*.
Aromaterapia :
Estimulante dos nervos

Cânfora de Jardim
Planta da família das Asteraceae.
Também conhecida como canforeira, alcanfor, cânfora, cânfora-das-hortas, canforinha, canfrinho, macelinha canforada. Os indígenas da região andina sempre conheceram e utilizaram a planta medicinalmente.

Partes utilizadas :
raizes, ramos e folhas.

Princípios Ativos:
óleos essenciais, derivados de cânfora (submetida a uma série de reações, desdobra-se em: borneol, isso-borneol, canfano, cimol carvacrol, quinona de cânfora, ácido canfórico).

Propriedades medicinais:
antinevrálgica, antiepiléptica, anti-reumática, anti-séptica, calmante, descongestionante das vias respiratórias, sedativa.

Indicações:
contusão, distúrbios neurológicos e cardíacos, distonias neurovegetativas com comprometimento cardiovascular, dor muscular, feridas, hemorragia uterina, neurose cardíaca, picada de inseto, reumatismo. dores musculares, picadas de insetos.

Formidável para aqueles que acreditam que a vida é apenas a manifestação dos que captam os nossos cinco sentidos físicos, essa flor gera movimentos de introspecção sobre essa idéia, fazendo fluir essa energia contida para as áreas espirituais.

A Cânfora tem o poder de destruir energias negativas em nossas casas, coloque uma concha de álcool dentro de um copo e coloque uma pedra de cânfora, o álcool vai evaporar e você irá sentir um leve cheirinho de cânfora no ar e assim ela estará limpando o ambiente onde você vive, coloque num cantinho e deixe a energia  fluir no ambiente.(Pode ser colocado em todos os cantos da casa, sempre na porta de entrada.).

A Cânfora é ótima para seu desenvolvimento psíquico, sua clarividência e sua saúde.
Então meu amigo (a), a natureza lhe trazendo benefícios através de sua pura sabedoria.
Aproveite e restabeleça sua energias!

https://somosfilhosdovento.blogspot.pt/2011/03/o-poder-das-ervas-canfora.html

506
Ocultismo (Geral) / Limpeza espiritual á moda antiga ...
« em: Outubro 01, 2018, 04:03:29  »
Deve se pegar em brasas e por num recipiente e por cima das brasas votar:
-incenso
-arruda
-mirra
-oliveira
-alecrim
-cascas de alho
-sal grosso
depois disto posto em cima das brasas ,deve se passar por cima em cruz e dizer:
assim como nossa senhora defumou o seu bem amado filho eu defumo este negocio (nome) para todo o mal retirar
maus-olhados,invejas,bloqueios,bruxarias,feitiçeirias,(abertura de caminhos)(pode acrescentar o que quiser) e todos os males tanto do corpo como da alma.


deve se dizer 9 vezes esta oração

depois disto feito guarda se o recipiente no dia a seguir volta se a juntar brasas por cima e voltar a fazer o ritual e voltar a fazer no terceiro dia igual,
depois da terceira vez(terceiro dia)vai se votar tudo a um rio sem olhar para tras.
no fim de cada defumadoiro deve se rezar o pai nosso,ave-maria,salve rainha e o credo. ;)


507
Ocultismo (Geral) / 39 Sintomas de possível ataque de magia negra
« em: Outubro 01, 2018, 04:02:49  »
SINTOMAS:

 1. Afastamento dos familiares e amigos;
 2. Amnésia recorrente sem causa médica;
 3. Bloqueios internos, chacras parados, sensão de desconexão com o EU profundo e com Deus, 
 5. Desânimo perante a vida, não vê beleza e nem poesia em nada;
 6. Desconfiança de tudo e de todos; acha que está sendo perseguido ou vigiado;
 7. Desejo de suicídio (se jogar de uma ponte, de um prédio, de uma torre, etc; ingerir veneno, atirar contra si);
 8. Depressão sem causa clínica diagnosticada;
 9. Dificuldade para exercer as atividades profissionais;
 10. Dívidas financeiras frequentes (quanto mais se paga mais se deve);
 11. Dores pelo corpo (sem causa clínica atestada);
 10. Inimigos gratuitos (as pessoas te detestam mesmo sem você incomodá-las);
 12. Falta de banho, tem odores ruins, não tem desejo sexual, etc.;
 13. Falta de interesse em progredir na vida (em qualquer nível);
 14. Incapacidade de reagir a ofensas;
 15. Insônia;
 16. Isolamento do mundo;
 17. Medo, autopunição, culpa e remorso sem causa conhecida;
 18. Ninguém ou poucos lhe chamam pelo nome (o nome de batismo é um mantra);
 19. Observa só o lado negativo da vida (problemas, conflitos, incompreensões, etc.);
 20. Obsessões espirituais;
 21. Perda de emprego ou contratos, sem motivo real;
 22. Perda constante de dinheiro;
 23. Perdas súbitas de apetite e de peso (sem uma razão para tal);
 24. Pesadelos (caindo em abismos, sendo encurralado, levando tiro, facada; comendo coisas podres, nadando em água suja, etc.);
 25. Prejuízos materiais (dificuldade de conquistar bens; vendas ou compras mal feitas);
 26. Prejuízos morais (calúnia, difamação, humilhações gratuitas);
 27. Problemas de saúde, sem que os médicos encontrem as causas;
 28. Problemas no lar, sem motivo plausível;
 29. Relações sociais instáveis;
 30. Repetidos acidentes de trânsito ou domésticos;
 31. Sensação de vazio na alma;
 32. Sensação de picadas na nuca;
 33. Ser alvo de chacotas constantes;
 34. Sonhos constantes com Ets e naves espaciais (geralmente caindo);
 35. Visão espontânea de fantasmas ou vultos (em casa, na rua, no trabalho);
 36. Vítima de agressões físicas gratuitas;
 37. Vontade de agredir a todos sem uma razão específica;
 38.Vontade de sumir e não dar notícias;
 39. Zumbido sem causa clínica detectada;

508
Ocultismo (Geral) / Quem era São Cipriano?
« em: Outubro 01, 2018, 03:57:46  »
Cipriano (denominado "o Feiticeiro" para distinguir-se do célebre Cipriano, Bispo de Cartago), nasceu na Antióqia, situada entre a Síria e a Arábia, pertencente ao governo da Fenícia. Seus pais idólatras e providos de copiosas riquezas, vendo que a natureza o dotara de talentos próprios para conciliar a estimação dos homens, o destinaram para o serviço das falsas divindades, fazendo-o instruir em toda a ciência dos sacrifícios que se ofereciam aos ídolos, de modo que ninguém, como ele, tinha tão profundo conhecimento dos profanos mistérios do bárbaro gentilismo.

Na idade de trinta anos, fez ele uma viagem ao país da Babilônia para aprender a astrologia judiciária e os mistérios mais ocultos dos supersticiosos caldeus. E sobre a grave culpa de empregar em tais estudos o tempo que lhe era concedido para conhecer e seguir a verdade, aumentou Cipriano a sua malícia e a sua maleficência. Se deu inteiramente ao estudo da magia, para conseguir por meio desta arte um estreito comércio com os demônios; praticando ao mesmo tempo uma vida impura e absolutamente escandalosa.

E, conquanto um verdadeiro cristão chamado Eusébio, que havia sido seu companheiro de estudos, lhe fizesse muitas vezes vigorosas censuras sobre a sua má vida, procurando arrancá-lo do abismo profundo que o via precipitado, só não desprezava Cipriano as suas exortações e censuras, mas também ainda se valia do infernal engenho para ridicularizar os sacrossantos mistérios e virtuosos professores da lei cristã, por ódio a qual chegou a unir-se com os bárbaros perseguidores para obrigar os cristãos a renunciarem ao Evangelho e renegarem a Jesus Cristo.

Tinha chegado a este estado a vida de Cipriano, quando a infinita misericórdia de Deus se dignou iluminar e converter esse infeliz vaso de injúrias e infâmias em vaso de eleição e de honra; valendo-se e servindo-se da sua divina graça para obrar no coração de Cipriano este prodigioso milagre da sua onipotência.

Vivia em Antioquia uma donzela por nome Justina, não menos rica do que bela, a quem seu pai Edeso e sua mãe Cledônia educaram com muito cuidado nas superstições do paganismo. Porém Justina, dotada como era, de um claro engenho, assim que ouviu as pregações de Prailo, diácono de Antioquia, abandonou as extravagâncias gentílicas e, abraçando a fé católica, conseguiu converter dali a pouco os seus próprios pais.

Constituída cristã, a ditosa virgem tornou-se ao mesmo tempo uma das mais perfeitas esposas de Jesus Cristo, consagrando-lhe a sua virgindade e procurando adquirir todos os meios de conservar essa delicada virtude, para cujo efeito observava cuidadosamente a modéstia entregando-se às orações e ao retiro. Não obstante isto, vendo-a, um pobre mancebo, de nome Aglaide, lhe captou tanto os agrados, que logo pediu a seus pais para esposa, ao que eles deram consentimento; e só não pôde obter o consenso da própria Justina.

Aglaide então procurou Cipriano, o qual, com efeito, empregou todos os meios mais eficazes da sua diabólica arte para satisfazer ao amigo. Ofereceu aos demônios muitos abomináveis sacrifícios e eles lhe prometeram o desejado sucesso, investindo logo a santa com terríveis tentações e horríveis fantasmas. Porém ela, fortalecida pela graça de Deus, que tinha merecido com orações contínuas, rigor e, sobretudo com o patrocínio da Santíssima Virgem (a quem ela chamava sua mãe santíssima), ficou sempre vitoriosa. Cipriano indignado por não poder vencê-la, se levantou contra o demônio, que estava presente, e lhe falou desta maneira: "Pérfido, já veio a tua fraqueza, quando não podes vencer a uma delicada donzela, tu, que tanto te jactas do teu poder de obrar prodigiosas maravilhas! Diz-me logo de onde procede esta mudança, e com que armas se defende aquela virgem para deixar inúteis os teus esforços?"

Então o demônio, obrigado por uma divina virtude, lhe confessou a verdade, dizendo-lhe que o Deus dos cristãos era o supremo Senhor do Céu, da Terra e dos infernos; e que nenhum demônio podia obrar contra o sinal da cruz com que Justina continuamente se armava. De maneira que por este mesmo sinal, logo ele lhe aparecia para tentar, era obrigado a fugir.

- "Pois se isso assim é - replicou Cipriano - eu sou bem louco em não me dar ao serviço de um Senhor mais poderoso do que tu. E assim, se o sinal da cruz, em que morreu o Deus dos cristãos, te faz fugir, não quero já servir-me dos teus prestígios, antes renuncio inteiramente a todos os teus sortilégios, esperando a bondade do Deus de Justina que haja de me admitir por seu servo".

Irritado então o demônio de perder aquele por meio do qual fizera tantas conquistas, se apoderou do seu corpo. Porém (diz São Gregório) foi logo obrigado a sair, pela graça de Jesus Cristo, que estava Senhor do seu coração. Teve pois, Cipriano, de manter vigorosos combates contra os inimigos de sua alma; mas o Deus de Justina, a quem ele sempre invocava, lhe valeu com o seu auxílio e o fez ficar vitorioso.

Concorreu também muito para este efeito o seu amigo Eusébio, a quem Cipriano procurou logo, e disse com muitas lágrimas: "Meu grande amigo, chegou para mim o ditoso tempo de reconhecer meus erros e abomináveis desordens, e espero que o teu Deus, que já confesso ser o único e verdadeiro, me admitirá no grêmio dos seus íntimos servos, parar maior triunfo da sua benigna misericórdia".

Muito satisfeito Eusébio por uma tão prodigiosa mudança abraçou afetuosamente o seu amigo e lhe deu muitos parabéns pela sua heróica resolução, animando-o a confiar sempre na infalível verdade do puríssimo Deus, que nunca desampara os que sinceramente o procuram. E assim fortificado, o venturoso Cipriano pôde resistir com valor a todas as tentações diabólicas.

Para este efeito, fazia ele sem cessar o sinal da cruz, e tendo sempre nos lábios e no coração o sacrossanto nome de Jesus, não cessava de invocar a assistência da Santíssima Virgem. Vendo, pois, os demônios inteiramente frustrados todos os seus artifícios, aplicaram o seu esforço maior em o tentar de desesperação, propondo-lhe com viveza de espírito estes e outros tais discursos e reflexões:


Que o Deus dos cristãos era sem dúvida o único Deus verdadeiro, mas que era um Deus de pureza, um Deus que punia com severidade extrema ainda os menores crimes, de que a maior prova eram eles mesmos, que por um só pecado de soberba foram condenados a uma pena extrema.
Como haveria perdão para eles, que pelo número de gravidade das suas culpas tinha já um lugar preparado no mais profundo do inferno? E que, portanto, não tendo misericórdia que esperar, cuidasse em se divertir, satisfazendo à rédea larga todas as paixões da sua vida.

Na verdade esta tentação veemente pôs em grande perigo a salvação de Cipriano. Mas o amigo Eusébio, a quem ele se referiu, o animou e consolou, propondo-lhe em eficácia a benigna misericórdia, com que Deus recebe e generosamente perdoa aos pecadores arrependidos, por maiores que sejam os seus pecados. Depois o mesmo Eusébio o conduziu à assembléia dos fiéis, onde se admitiam as pessoas que desejavam instruir-se em tão luminosos mistérios.
Afirma o próprio São Cipriano, no livro da sua Confissão, que à vista do respeito e piedade de que estavam penetrados os fiéis, adorando o verdadeiro Deus, o tocou vivamente no coração. Diz ele: "Eu vi cantar naquele coro os louvores de Deus e terminar cada verso dos salmos com a palavra hebraica Aleluia; tido com atenção tão respeitosa e com tão suave harmonia, que me parecia estar entre os anjos ou entre os homens celestes".

No fim da função admiraram-se os assistentes de que um tal presbítero, como era Eusébio, introduzisse a Cipriano naquele sagrado congresso. E o mesmo bispo, que estava presidindo, muito mais o estranhou, porque não julgava sincera a conversão de Cipriano. Porém, ele dissipou logo essas dúvidas, queimando, na presença de todos, os seus livros de magia, e introduzindo-se no número dos catecúmenos, depois de haver distribuído todos os seus bens aos pobres.

Instruído, pois Cipriano, e com suficiente disposição, o bispo o batizou, e juntamente a Aglaide, apaixonado por Justina, que, arrependido da sua loucura, quis emendar a sua vida e seguir a fé verdadeira. Justina então tocada por estes dois exemplos da divina misericórdia, cortou os seus cabelos em sinal de sacrifício que fazia a Deus da sua virgindade, e repartiu também pelos pobres todos os bens que possuía.

Cipriano, depois disto, fez maravilhosos progressos nos caminhos do Senhor; e sua vida ordinária foi um perene exercício na mais rigorosa penitência. Via-se muitas vezes na igreja, prostrado por terra, com a cabeça coberta de cinza, rogando a todos os fiéis que implorassem para ele a divina misericórdia. E para mais se humilhar e suprimir a sua antiga soberba, obteve, a força de muitos pedidos, que lhe dessem o emprego de varredor da igreja.

Ele morava em companhia do presbítero Eusébio, a quem venerou sempre como a seu pai espiritual. E o divino Senhor que se digna ostentar os tesouros da sua clemência sobre as almas humildes e sobre os grandes pecadores verdadeiramente convertidos, lhe concedeu a graça de realizar milagres. Isto junto a sua natural eloqüência concorreu muito para converter à fé um grande número de idólatras, servindo-se para isso do famoso escrito da sua Confissão, na qual, fazendo públicos os seus crimes e enormes excessos, animava à confiança, não só os fiéis, mas os maiores pecadores.

Entretanto, o nome de São Cipriano o seu zelo e as numerosas conquistas que fazia para o reino de Jesus Cristo não podiam ser ignoradas pelos imperadores. Diocleciano, que então se achava em Nicomédia, informado das maravilhas que realizava São Cipriano, e da perfeita santidade da virgem Justina, passou ordem para que fossem presos, o que logo executou o Juiz Eutolmo, governador da Fenícia.

Conduzidos pois à presença desse juiz, responderam com tanta generosidade e confessaram, com tanta eficácia, a fé em Jesus Cristo que pouco faltou para converterem o ímpio bárbaro. Mas, para que não se julgasse que ele favorecia os cristãos, mandou logo açoitar, com duas cordas, a Santa Justina, e despedaçar com pentes de ferro as carnes de São Cipriano tudo com tamanha crueldade que até mesmo aos pagãos causou horror!

Vendo então o tirano que nem promessas nem ameaças, nem aquele rigoroso suplício, nada abatia a firme constância dos generosos mártires, mandou lançar a cada um em uma grande caldeira cheia de pês, de banha e cera a ferver. Mas o prazer e a satisfação, que se admirava no rosto e nas palavras dos mártires, davam bem a conhecer que nada padeciam com aquele tormento. E o caso é que até se percebia que o mesmo fogo, que estava debaixo das caldeiras, não tinha o mínimo calor.

O que visto por um grande sacerdote dos ídolos, grande feiticeiro, chamado Athanásio (que algum tempo fora discípulo do mesmo Cipriano), julgando que todos aqueles prodígios procediam dos sortilégios do seu antigo mestre e, querendo ganhar nome e reputação maior entre o povo, invocou os demônios com suas cerimônias mágicas e se lançou deliberadamente na mesma caldeira donde Cipriano foi extraído. Porém, logo perdeu a vida, e se lhe despregou até a carne do osso. E chegando naquela ocasião um bom cristão chamado Teotiso a falar em segredo a Cipriano, foi Teotiso condenado logo a ser também degolado. Era esse venturoso homem um marinheiro que, vindo das costas da Toscana, desembarcara próximo a Mitínia. Os seus companheiros, que eram todos cristãos, tendo notícia daquele sucesso, vieram de noite apreender os corpos dos três mártires e os conduziram a Roma onde estiveram ocultos na casa de uma pia senhora, até que no tempo de Constantino, o magno, foram transladados para a Basílica de São João Latrão.

509
Nos tempos antigos, a popularidade de rituais de magia era algo comum, pois isso passou a ser amplamente utilizado para os mais diversos objetivos (mesmo sem fundamentos se eles funcionavam ou não).
De qualquer forma, o sobrenatural era algo que fascinava muita gente, que era atraída pela promessa de obtenção de poder e iluminação espiritual.
Com isso, vários livros foram escritos para essas finalidades, além de conter instruções de magias e rituais para outras atividades, como prever o futuro, curar problemas de saúde ou fazer mal a alguém. Confira abaixo oito desses livros antigos que prometiam poderes sobrenaturais, segundo o artigo de K. Fane do List Verse:

5 – Papiros gregos mágicos


Tidos como os mais antigos dessa lista (e talvez as instruções de magia mais antigas do mundo), os papiros gregos de magia datam do século II antes de Cristo. Neles, constam feitiços, rituais e até adivinhações.
Entre alguns feitiços curiosos que existem nos papiros estão instruções sobre como convocar um demônio sem cabeça, como abrir as portas para o submundo e como se proteger de animais selvagens. Além disso, eles ensinam ainda como atrair uma entidade sobrenatural que executa as suas ordens.
Porém, os assuntos que mais dominam nos papiros são os de rituais que oferecem visões do futuro, fornecendo instruções para a previsão de eventos em que devem ser utilizadas oferendas simples como incenso ou mais complexas como uma “criança pura e não corrompida”.
Mas, calma, a criança não era machucada ou morta. Na instrução contida nos papiros, ela deveria ser colocada em um transe profundo para depois observar as visões em labaredas de fogo. Outra magia famosa dos papiros é a Liturgia de Mithras, uma cerimônia para ascender através dos sete planos superiores de existência e se comunicar com a divindade Mithras (o deus do Sol na mitologia persa).

4 – O livro da Franga Preta


Falou em franga preta inevitavelmente a palavra “macumba” já vem à cabeça, não é mesmo? Porém, esse livro não ditava coisas desse naipe e nenhum tipo de sacrifício animal, concentrando-se no estudo de talismãs mágicos que deveriam proteger e capacitar as pessoas com energia.
Originário da França do século 18, o livro teria sido escrito por um oficial anônimo do exército de Napoleão, que afirmou ter recebido o conteúdo precioso de um misterioso mago enquanto estava na expedição no Egito.
Entre as instruções contidas no livro estão medidas detalhadas sobre como construir talismãs de aço bronzeado, seda e tinta especial. Além disso, também existe um feitiço específico para os apaixonados de plantão, em que instruções são dadas para a invocação de um “djinn”, uma entidade formada de fumaça e fogo que leva o verdadeiro amor à pessoa.
Para alcançar poderes maiores, o livro da galinha preta ensina ainda a produção de talismãs que podem fazer com que homens contem os seus segredos ou até que possam destruir alguém que está tramando contra você.

3 – Ars Almadel


Basicamente, o Ars Almadel era um livro que ensinava como se comunicar com os anjos e espantar os demônios. Este é o quarto livro da Chave Menor de Salomão, também conhecido como o Lemegeton, um grimório (coleção medieval de feitiços e rituais) do século 17 que contém descrições de demônios, como invocá-los e fazê-los obedecer.
Porém, o livro é focado mais em oferecer um modelo para a construção de um tablete mágico, o Almadel, de cera que lhe permite comunicar com os anjos. Ele ensina como convocá-los, explicando como se comunicar e fazer a conjuração. O livro também menciona quais são os doze príncipes que reinam com os anjos, além das datas e os aspectos astrológicos que são considerados mais convenientes para invocá-los.

2– Picatrix


Para quem curte mais astrologia, o Picatrix pode ser o livro mais indicado dessa lista. Ele é uma antiga coleção de magia astrológica, que foi originalmente escrito em árabe no século 11. São cerca de 400 páginas de teoria astrológica, além de também conter feitiços e encantamentos para “canalizar as energias ocultas de planetas e estrelas para alcançar o poder e iluminação”.
Mas as “receitinhas” de magia do Picatrix não são nada leves e este talvez seja o livro mais notório pelo teor pesado dos ingredientes de seus feitiços. As misturas terríveis e até mortais foram pensadas para induzir estados alterados de consciência e percepção, segundo o List Verse.
Para você ter uma ideia, os feitiços incluem sangue, excreções corporais e até massa encefálica misturados com grandes quantidades de haxixe, ópio e plantas psicoativas. Em uma das magias mais estranhas, que consiste em construir um espelho para dar poder sobre os mortos, a pessoa deve usar um tipo de fumo que contém sangue, esperma, saliva, cera de ouvido, lágrimas, fezes e urina. Somente para os fortes.

1 – Galdrabok


Essa coleção da Islândia do século 16 traz 47 feitiços compilados por vários mágicos. Entre algumas instruções contidas no Galdrabok estão aquelas para atrair e arranjar favores de homens poderosos, incitar o medo em seus inimigos e colocar alguém para dormir. Nada muito pesado.
Além dessas, o livro também ensinava a fazer remédios para proteger o praticante e curá-lo de doenças, incluindo condições simples como cansaço, dores de cabeça e insônia. Outros feitiços já eram mais peculiares, como o feitiço 46, que ensinava a lançar uma magia em seu inimigo para ele ficar explodindo de gases, talvez até pela vida inteira com fortes flatulências.
Outros feitiços já são mais sinistros. O último, o 47, por exemplo, ensina como desenhar na comida de alguém para deixar a pessoa doente e incapaz de comer por algum tempo. O número 30 dá instruções de como matar os animais de outras pessoas com magia.
Por outro lado, existem outros que ensinam a pegar ladrões ou mesmo impedir a sua casa de receber visitantes indesejados. Será que a superstição da vassoura atrás da porta vem dessa época?

510
Ocultismo (Geral) / Mojos (Mojos bags)
« em: Outubro 01, 2018, 03:54:40  »
"Mojo Bags" ou simplesmente "Mojos" são uma parte importante da prática Hoodoo, em especial das correntes que se desenvolveram em New Orleans, Estados Unidos.
Entre outros nomes também é conhecida como mojo hand, jomo e gris-gris bag. Seu nome vem do termo africano "Mojuba que originalmente significada uma oração, invocação ou homenagem a alguém importante. Trata-se em geral de um pequeno saco de flanela preparado segundo a prática do hoodoo. Assim podemos entender que uma Mojo Bag é uma forma de embrulhar um feitiço. Embora seja mera superstição para alguns, se feito de modo correto estes feitiços podem se revelar uma poderosa e divertida ferramenta na mão do magista.


Para entender e usar um feitiço, é necessário ir às raízes mais íntimas do que realmente o capacita a funcionar. Simplesmente misturar um boneco com uma cruz negra, laço de fita vermelha e colocar tudo dentro de um saquinho será simplesmente inútil caso o magista não esteja realizando uma imensa alquimia interna. Essa alquimia interna é o resumo da arte da feitiçaria.

Para criar um feitiço, algumas ideias são necessárias, para criar um liame poderoso:

Reflicta sobre os itens que possuem poderosa conexão com o objectivo pretendido.

Tais itens devem ser preferencialmente escolhidos pelo magista, pela simples razão de que já possuem um forte amálgama na própria psique. Quero dizer que usar um feitiço de terceiros não é tão poderoso como criar o seu próprio.

Esses itens devem ter uma dificuldade o suficiente para motivar a sua busca e lhe dar bastante contentamento ao obtê-los, sem criar a total impossibilidade de obtê-los, é claro. Nessa própria busca, você já logrará 50% do objectivo mágico, pois criará uma mini egrégora através dessa jornada. Evite a facilidade excessiva, pois se torna sinonimá de descaso.

Nos itens, varie o maior número de elementos (terra, água, ar e fogo), bem como de sentidos (tacto, paladar, olfacto, visão e audição), use outras relações, busque ser criativo. Quanto mais variedade, mais poderoso é o feitiço.

Dentre os itens, sempre use um laço de fita com a cor relacionada ao objectivo, por exemplo, se for dinheiro, um dos itens é um laço verde. Esse laço servirá para amarrar todos os demais itens do feitiço. Por fim, coloque o feitiço num saquinho e feche-o completamente.

O saquinho serve a quatro finalidades: a) Guardar os itens do feitiço. b) Escondê-los da vista alheia. c) Concentração de energia. d) Direccionar o feitiço ao campo onírico, onde trabalhará em silêncio, às ocultas, até se manifestar de novo no plano físico.

Agora, use uma fonte para energizá-lo. O saquinho pode ser deixado atrás do frigorífico , apoiado sobre a grade do motor, onde não é visto por mais ninguém e costuma  funcionar bem. Deixe o feitiço lá por sete dias. Outros locais energizados também podem ser usados.

Após isso , consagre o feitiço no seu altar, através do ritual adequado, no caso do dinheiro um rito de indulgência. Se preferir outro rito de sua escolha, não há problema desde que se relacione com o objectivo pretendido.

Agora, o feitiço está realmente pronto. Guarde-o com cuidado, fora da vista alheia, junto às suas relíquias mágicas. Essa técnica elimina a ânsia de resultado, tremendamente nefasta.

Não há nada pior do que ficar vigiando para ver se o feitiço realmente funciona. Falta de confiança é fatal em magia. Um feitiço bem feito leva-o a se sentir plenamente satisfeito com todo o trabalho, como se tivesse realizado algo de profundo sucesso, bem antes mesmo de o objectivo final ser alcançado.

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